sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Hoje estou de rastos, UFA! Tal e qual este menino aqui, a precisar de cama e comida.
Graças a Deus é Sexta-feira e eu já estou a fazer planos para o fim-de-semana. Arranjo sempre muitas coisas que quero fazer e depois? Bem depois não faço nem metade ihih, dá-me uma enorme preguiça no Sábado, no Domingo já estou a pensar que falta pouco para voltar ao trabalho na segunda-feira. Mas estou a tentar combater este mal, ocupando-me ao máximo para não ter tempo de pensar no tempo.
Sabem eu gosto das coisas “sem”, e é por aí que eu ando. Gosto de fazer as coisas “sem” pressa, bater um bolo e colocar no forno Sem correria, gosto de arroz de tomate Sem açúcar, de puré de batata Sem noz-moscada, de mariscos Sem maionese, de pão Sem passas (que só me engordam), de Sábado Sem despertador, de chocolate Sem culpa, de café Sem açúcar, de amor Sem pudor. 

AMO RIR, rio muito, SOU FELIZ, dou e retribuo, AMO e sou AMADA. 
Não questiono, Não imponho, Não abandono! 
AMO FAZER OS OUTROS FELIZES, porquê? 
Porque a Vida fica mais colorida, mais doce, mais quente, mais descontraída, mais decidida. 
RIAM, riam muito, faz bem para a Alma e para o Coração!

Deixo-vos aqui estas fotos lindas, espero que pelo menos vos façam sorrir.
Ohññ que delicia de Minnie, não acham, eu amei!
O avanço das tecnologias...
Não é mesmo?...


Seja você mesmo a sua PRIORIDADE!
A todos desejo um lindo e Iluminado Fim-de-semana.

MUITA LUZ!

Fonte: Fotos retiradas da net, desconheço os seus autores. 

terça-feira, 5 de novembro de 2013

TIRE O PÓ SE FOR PRECISO...


Não deixe as suas panelas brilharem mais do que você!!!! 
Não leve a limpeza ou o trabalho tão a sério! Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela! Uma casa só vai se tornar num lar quando você for capaz de escrever "Eu amo-te" sobre os móveis!

Antigamente eu passava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para nos visitar"
- mas depois descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar
- todos estão muito ocupados a passear, a se divertir e a aproveitar a vida!
E agora, e se alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa a ninguém... ...as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei a fazer o dia todo enquanto elas estavam a passear, a se divertir e aproveitar a vida... 

Caso você ainda não se tenha apercebido: A vida é curta, aproveite-a!

Tire o pó... se for preciso... 

Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, fazer um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas? Pese muito bem a diferença entre QUERER e SER PRECISO. 

Tire o pó... se for preciso... 

Mas você não terá muito tempo livre... Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os seus filhos ou com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida. 

Tire o pó... se for preciso... 

Mas a vida continua lá fora, o sol ilumina os olhos, o vento agita os cabelos, as gotas da chuva caem  mansamente... Pense bem, este dia não voltará jamais! 

Tire o pó... se for preciso... 

Mas, não se esqueça de que você vai envelhecer e muita coisa não será mais assim tão fácil de fazer como agora. 

E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó. 
Ninguém vai se lembrar de quantas contas você tirou o pó (trabalhou) pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar da sua amizade, da sua alegria e do que você ensinou. 

Afinal: "Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflecte como você viveu a sua vida." 


MUITA LUZ!

Fonte: Recebi este texto por email, não pude deixar de o partilhar com todos vocês. Foto retirada da net, desconheço o seu autor. 

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

LUA - FELIZ ANIVERSÁRIO!

Amiga, a vida é assim mesmo, ela é feita de quedas e mais importante ainda é feita de momentos em que nos levantamos e seguimos em frente, movidos pelo desafio de tentar, sim mais que não seja, tentar. Porque sabemos que a cada nova tentativa, os nossos sonhos vão brilhar de novo.

Aproveite amada este dia para simplesmente disfrutar de todas as coisas boas que realmente fazem você feliz e desejo que a sua vida seja um mar repleto e cheio de emoções, alegrias e conquistas.

Bem, na verdade eu só quero-lhe dizer…

FELIZ ANIVERSÁRIO LUA!

Faça-me o favor de ser feliz!

MUITA LUZ!


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

SAMHAÍN - 31 OUTUBRO/1 NOVEMBRO


E Assim estou eu a preparar-me para amanhã celebrar o SAMHAÍN.
Se quiser celebrar de acordo com a mitologia e costumes celtas, consulte o meu post sobre o Samhaín aqui:http://otapetecolorido.blogspot.pt/search/label/Cultura%20e%20Mitologia%20Celta



Eu vou entrar em sintonia com a Deusa e vou pedir muitas bênçãos e prosperidade para todos os meus amigos e família.

E não se esqueça nesta noite de Samhaín, o estacionamento vai ser assim.


Desejo-vos um Iluminado e Próspero SAMHAÍN.

MUITA LUZ! 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

LIÇÃO DE VIDA


DÊ
Mas Não Permita
Que o Usem.
AME
Mas Não Permita que o Seu
Coração Sofra.
CONFIE
Mas Não Seja Ingénuo.
OUÇA
Mas Não Perca A sua
Própria Voz.

MIA PÚRPURA

MUITA LUZ!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

TARTARUGA RECEBE BARBATANAS DE BORRACHA DEPOIS DE TER SOFRIDO UM ATAQUE DE UM TUBARÃO



Yu, é uma tartaruga-comum que perdeu as barbatanas dianteiras em 2008, mas que já pode nadar, depois de ter experimentado nada mais, nada menos do que 27 pares de próteses especialmente concebidos para ela. A tartaruga fêmea que pesa aproximadamente 90 kg usa agora um colete preto, onde as barbatanas de borracha estão ligadas, depois de já ter experimentado muitas outras versões que a apertavam demasiado e causavam desconforto ou simplesmente saíam do seu corpo.

Yu vive no Suma Aqualife Park, perto de Kobe no Japão, depois de os seus membros terem sido supostamente arrancados por um ataque de tubarão. O aquário acredita que esta é a primeira tartaruga no mundo a conseguir nadar sem problemas com próteses de borracha. Yu tornou-se assim numa atracção turística, pensa-se que ela tenha aproximadamente 25 anos de idade.

Parabéns ao esforço de todos os que tornaram possível esta realidade e à tecnologia que permitiu deste modo dar uma nova esperança de vida a esta tartaruga em vias de extinção.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O QUE FAZER QUANDO ENCONTRA UM ANIMAL SELVAGEM FERIDO


1 - Aproxime-se cautelosamente, usando uma toalha ou manta para cobrir o animal, de modo a que este não o possa ferir enquanto se debate.

2 - Se tiver uma caixa de cartão, preferencialmente apenas um pouco maior do que o animal em si, coloque-o lá dentro, perfurando-a previamente. Se não tiver, enrole a toalha que usou à volta do animal para lhe limitar os movimentos, de forma a proteger-se a si e a ele próprio. Se tiver luvas grossas – de cabedal ou de jardinagem – use-as.

3 - Contacte as entidades para procederem à recolha do animal e o encaminharem para os Centros de Recuperação de Animais Selvagens ( SEPNA-GNR, Parque/Reserva Natural...). Poderá contactar directamente um Centro de Recuperação de Fauna Selvagem. 

4 - Até à recolha mantenha o animal num local calmo, escuro e aquecido. Evite contactos excessivos. Não lhe dê alimento nem medicação.

5 - Recolha todas informações sobre o local e condições em que o encontrou (ex: junto a uma estrada, linha de água, reserva de caça, linha eléctrica...).

6 - Se não se sentir confortável a manipular o animal, contacte directamente o SEPNA e vigie-o para garantir que ele não se esconde antes de chegar ajuda.

7 - Durante as épocas de reprodução pode encontrar crias de ave no chão e pensar estarem feridas. Muitas vezes caíram apenas do ninho na primeira tentativa de voo ou passeio, estando bem e continuando a ser alimentadas pelos progenitores. Nestes casos tente verificar se os progenitores se encontram na zona ou se a ave está realmente ferida (com sangue ou muito debilitada). Pode colocá-la num ramo mais alto para não estar tão desprotegida no chão. Se em caso de dúvida a recolher para entregar às autoridades, registe bem o local onde foi encontrada, pois pode ser possível devolvê-la ao ninho, uma vez avaliada e tratada.


Nesta altura do ano em Outubro encontram-se muitos abutres, pois são aves que estão a fazer a sua migração para o norte de África e não encontram alimento, acabando por ser encontradas nos telhados ou mesmo na estrada. Também existe uma fase no ano em que se encontram mais animais selvagens feridos devido aos tiros, é na época da caça. Depois outra fase que começa agora, é a das marés vivas, em que entram aves marinhas debilitadas que por causa do mar agressivo e que não se conseguem alimentar. Em Janeiro começam a chegar as crias de aves de rapina nocturnas e depois, em Maio, há o pico das aves de rapina diurnas”. Como vêem existe sempre devido a causas naturais ou humanas, muitas possibilidades de encontrarmos animais selvagens a necessitar de ajuda. Se nós partirmos uma perna, ligamos o 112 e a ambulância virá nos buscar e levar ao hospital para nos socorrer, infelizmente os animais não tem tanta sorte e dependem de nós para fazermos chegar essa ajuda o mais rápido possível. Deixo aqui este alerta e o modo de como devemos de agir em caso de nos depararmos com um animal selvagem ferido, pois a maior parte das vezes apesar da nossa boa vontade, esquecemo-nos de que a intervenção humana deve sempre de ser a menor possível, para que os animais não se habituem a nós, pois quando isso acontece esses animais tornam-se irrecuperáveis, devido a estarem tão habituados à nossa solicitude que não iriam sobreviver muito tempo sozinhos, o que de todo é uma situação lamentável, pois nenhum animal selvagem irá ser feliz e pleno em cativeiro. Sempre que possível contacte as autoridades para ser accionado o plano de salvamento e resgate destes animais pelos responsáveis competentes nessas áreas, como veterinários qualificados e centros de recuperação de animais existentes em Portugal.
Contactar:
SEPNA – GNR: 213217000 (Direcção Lisboa) - Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da Guarda Nacional Republicana.
Linha SOS Ambiente e território: 808200520 (24h)

Ou Contactar o Parque natural ou a Área Protegida mais próxima.  

Lembre-se de que os animais precisam da nossa ajuda, no caso de se deparar com um animal nestas condições, não fique indiferente, AJUDE!

MUITA LUZ!




sexta-feira, 18 de outubro de 2013

LAO TSE



" Aquele que conhece os outros é sábio.
Aquele que se conhece a si mesmo é iluminado.

Aquele que vence os outros é forte.
Aquele que se vence a si mesmo é poderoso.

Aquele que conhece a alegria é rico.
Aquele que conserva o seu caminho tem vontade.
Seja humilde, e permanecerás íntegro.
Curva-te, e permanecerás erecto.

Esvazia-te, e permanecerás repleto.
Gasta-te, e permanecerás novo.

O sábio não se exibe, e por isso brilha.
O sábio não se faz notar, e por isso é notado.

O sábio não se elogia, e por isso tem mérito.
E, porque não está a competir,
ninguém no mundo pode competir com ele."

                                                      Lao Tse
MUITA LUZ!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O SOM DO SILÊNCIO NAS FOLHAS DA VIDA


Refugio-me nas palavras de Buda, Refugio-me nas palavras de Deus,
E encontro nos seus ensinamentos a dúvida do meu ser. O que procuro nesta vida? O mesmo que todos e nada do que os outros buscam. Procuro o fim do sofrimento de eras sobre eras em que sofri e fiz sofrer, morri e fiz morrer. Tudo o que necessito é de por um fim ao sofrimento de muitas vidas, mas ao contrário de vós, não ambiciono o fim do sofrimento físico, mas antes espiritual. A minha verdade é só uma, porque o meu corpo morre, fica para trás como uma peça de roupa velha, que não tem mais utilidade, a alma não, essa persiste na sua jornada, a vossa não sei, mas a minha sim, sem dúvida. Como poderei eu prosseguir com a alma em ferida? Não quero riquezas, não quero fama, nem boa sorte. Antes prefiro a morte, que a vida sobrevivida, errante, sem norte. Hoje aqui, amanhã ali, depois noutra galáxia, quem sabe? Tenho muitas almas gémeas, tive bons mestres, aprendi de tanto cair a levantar-me, aprendi a cair quando estou de pé, sim, porque também temos de saber cair de vez em quando. Sou uma alma velha, mas tão velha, sou a anciã de outros tempos, outras verdades. Finalmente encarnei nesta vida para alcançar a humildade, a pureza de espírito, a simplicidade de pensamentos que tanta falta me faziam. Voltei a ouvir a natureza e o som do silêncio, quando suavemente sopra nas folhas nuas ao vento, sei-te de cor, sei-me de cor. Conheço-nos desde os primórdios dos tempos, andámos sempre juntos os dois. A tua cara mudou muitas vezes, mas mesmo do outro lado do mundo a minha alma reconheceria sempre a tua. Brilhas de uma maneira especial, diferente. Dizes que eu tenho magia, talvez... Se chamares magia à maneira como pego nas crias, manejo o fogo, ou abraço a água. Então tenho magia, com toda a certeza. Pergunto-me muitas vezes porque é que as pessoas de Lisboa não têm magia? Cimento a mais, árvores atrofiadas, animais abandonados, vidas vazias, sei lá!
Tenho muita necessidade do campo, da natureza e da vida, abasteço-me de energia pura quando ando descalça pelo chão e piso o orvalho macio como seda. O amanhã virá sem dúvida, de qualquer maneira, melhor seja que esteja preparada, consciente dos meus erros e das minhas conquistas, mas acima de tudo consciente das minhas verdades. Tal como Shakespeare escreveu um dia:

“O mundo inteiro é um palco
E os homens e as mulheres não passam de actores.
Entram e saem de cena
E representam vários papéis no seu tempo…”

Todos nós somos as personagens principais da nossa própria história. Tudo aquilo que planeámos pode correr como tínhamos previsto, ou tornar-se de repente um caos, está nas nossas mãos lembrarmo-nos das nossas próprias deixas. No entanto e mesmo que o caos se instale à nossa volta, devemos sempre, permanecer fiéis a nós mesmos, ao nosso papel, aquele que escolhemos representar nesta vida.

Eu escrevo e reescrevo-me de novo a cada dia, a toda a hora, não só represento como escrevo os meus papéis, e ajudo os outros a representar, a falar as suas deixas, uma e outra vez, até conhecerem o som das suas vozes, num turbilhão de emoções num misto de alegrias e de dor, numa cornucópia de saudade. 
Já anoiteceu, a cidade dorme tranquila um sono de criança, só o silêncio se ouve aqui e ali e no entanto na agitação da vida, nesta amargura, a minha alma precisa de evoluir, o meu espirito precisa de paz. Ajudo os outros a provar que são capazes, de viver, de sofrer, de amar, mas sobretudo e porque acredito na essência humana, venho aplainar a via que irão trilhar, de modo a que fique mais suave, mais macia... é por isso que eu sou! é por isso que eu vim! E lá fora na noite, uma folha cai...

MIA PÚRPURA

MUITA LUZ!

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

VENEZA, ATÉ QUANDO?


Imagem estranha? Tem razão, é mesmo um horror.
Acidade de Veneza é construída sobre bases de madeira muito antiga, e é aqui que ela está assente, um verdadeiro milagre da engenharia, no entanto a entrada destes grandes navios de cruzeiro em Veneza, está a causar uma grande instabilidade nestas estacas, sobre a qual a cidade está construída.
Pior é que são dezenas de navios de cruzeiro que atracam por dia nesta maravilhosa cidade e que estão a por em risco a existência da própria cidade, as suas hélices super potentes, causam tanta turbulência que se questiona a segurança da cidade, dos edifícios e dos seus habitantes.
Uma cidadã de Veneza, Simone Cordone iniciou uma petição para pedir aos governantes da cidade que parem o acesso destes grandes navios em Veneza, com toda a certeza que o Prefeito de Veneza arranjará soluções alternativas para que os navios fiquem ao largo e os turistas possam visitar a cidade, transportados em lanchas, ou outras soluções melhores.
Peço a vossa ajuda e podem assinar esta petição
aqui: http://www.change.org/es/peticiones/al-sindaco-di-venezia-giorgio-orsoni-al-presidente-della-regione-e-a-tutta-la-giunta-comunale-e-regionale-stop-all-accesso-di-grandi-navi-a-venezia-5?share_id=dVqpMvMcQh&utm_campaign=signature_receipt&utm_medium=email&utm_source=share_petition

Eu já assinei, porque AMO VENEZA e você? Obrigada.

MUITA LUZ!

Fontes: Imagem retirada de http://www.change.org/es 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

VENHA TOMAR UM CHÁ DE OUTONO


Bom dia, hoje venho convidá-lo para um chá
Mas não é um chá qualquer, é um Chá de Outono.

Ingredientes:
2 Colheres de ervas apanhadas no campo de manhã ao seu gosto (alecrim, camomila…).
1 Colher de Mel.
2 Colheres de muita alegria.
8 Colheres bem cheias de muito AMOR.
Misture todos os ingredientes e deixe repousar 5 minutos. Tome bem quentinho.
Aproveite, convide uns amigos, ofereça-lhes um chá e estes deliciosos biscoitinhos com cara de Outono, vai ver que vão adorar.
É verdade, aqui no hemisfério Norte já se nota que chegou o Outono. Amanheceu chuvoso o dia, mas não precisa ser triste nem escuro.
Espreite os frutos da época maravilhosos, tenha ideias lindas!
Inspire-se, Alegre-se! Sonhe! 
Desejo a Todos um Fim-de-semana Feliz, 
Cheio de Sol e Nuvens, a Bater bem na Ponta do Nariz!

MIA PÚRPURA.

 MUITA LUZ!

Imagens retiradas na net, desconheço os seus autores.




quarta-feira, 25 de setembro de 2013


“Não importa como você o diz,
Não importa o tamanho de como o diz,
Mas diga sempre o que sente,
Com o coração e a Alma em cada gesto,
Em cada atitude, em cada olhar.
Porque independentemente do tamanho,
Todos precisamos de Amor e de Amar!”

MIA PÚRPURA

MUITA LUZ!

segunda-feira, 23 de setembro de 2013



“Todas as Coisas São Precedidas Pela Mente,
Guiadas e Criadas Pela Mente.
Tudo o que Somos Hoje,
É o Resultado do que temos pensado.
Como tal, o que Hoje Pensamos,
Determinará o que Seremos Amanhã.
A nossa Vida é Criação da nossa Mente.”

Buda Sakyamuni


MUITA LUZ!

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

JOSÉ MAURO DE VASCONCELOS



Uma voz cantarolou debaixo da chuva. Era a preguiça que recomeçava a roer brotinhos de aroeira: 
 “não tenho medo da chuva
nem do ronco do trovão.
tomara mesmo que chova
pra molhar meu coração...” 

nininha não se conteve:
 - cale a boca, idiota. Na hora da tempestade você ficou tremendo como vara verde só faltou rezar. Agora fica aí com essa voz de assombração aborrecendo a gente. 
Veio então a procissão das águas caminhantes. Aquela parte do rio, antes tão branca, ia sendo devorada por nódoas barrentas que cresciam dia a dia. a fome das águas devorava tudo. As barreiras decompunham-se para enlamear a pureza do rio. Avolumava-se a torrente e as águas adormecidas durante o período da secar e começaram a correr com mais pressa... Sempre fora assim nos anos anteriores. As praias iam desaparecendo, borbulhando. Parecia incrível mas era inevitável que aquilo acontecesse. no local onde as garças brancas pescavam, onde os sábios jaburus conferenciavam ao entardecer, onde os mangua-ris gostavam de correr com as pernas esguias, onde as galinhas-d'água, os irerês, as inhumas, as gaivotas faziam pouso, onde o jacaré vinha aquecer seu reumatismo ao sol, onde as tartarugas desovavam... Pois tudo aquilo submergia num lençol avassalante de água que redemoinhava, que roncava, que borbulhava, borbulhava...e o rio crescia sempre. A chuva começou a formar grandes poças em torno das árvores. Focos de mosquitos formavam-se onde houvesse água empoçada. A noite perdera sua musicalidade porque a chuva estragara tudo. o canto da noite, das estrelas, da lua, fora metamorfoseado pelo zunir irritante e monótono dos carapanãs esfomeados. nininha pensava nisso tudo. Pior era o corpo retalhado do vovô, mais enegrecido, decompondo-se, meio submerso, mudo e morto para sempre. Com a chuva, uma quantidade de capim verdinho crescia envolvendo e cobrindo o seu tronco. No rio, já totalmente desprovido de praias, grandes árvores passavam, lamentando-se, arrastadas pela corrente. Um medo grande, um medo enorme, tomou conta de nininha. Aquele era o seu destino. A chuva iria até ao fim de Março. Acontecia às vezes atingir também Abril. Estava-se ainda em fins de Novembro... Começava a preocupar-se devido a um comentário do landi:- se as chuvas forem só até Março, as águas não alcançarão você. Por outro lado, a preguiça praguejante resmungava sempre:

- Diacho de chuva que não pára nunca! Também, faz dois anos que não temos uma grande chuva e que o rio não enche direito...

Indiferente à agonia da árvore a chuva prosseguia sempre na sua missão. para o seu pesadelo, na noite grande e molhada o ruído dos grandes troncos arrastados interrompia o seu sono. Vivia com o coração sobressaltado. Conhecia de longe a árvore que passava chicoteando as barreiras com o resto dos seus galhos...sentia o corpo moço e cheio de vida revoltando-se às vezes. Irritando-se contra os desígnios de calamantã. Podia entrever as folhas novas escorrendo verde, o seu tronco esplendidamente liso, notavelmente branco, liberto do sujo, acumulado pelos ventos da seca. Ao seu redor também as outras árvores vestiam-se de verde, mas um verde que significava ainda esperança e muitos anos de vida. Bonitos como elas se reflectiam nas pequenas poças d'água, espalhadas pelo chão! Feio e triste, somente o corpo do vovô, cada vez mais negro e encharcado. Quase soluçou pensando que nem todas as árvores morrem de pé. Passou Dezembro, estendendo seus dedos de chuva para Janeiro. Janeiro, ainda mais molhado e silencioso, cedeu a vez a Fevereiro. A angústia de nininha permanecia, ao mesmo tempo que seus olhos se grudavam lá no alto, na esperança de que o azul substituísse definitivamente o tom de chumbo que invadia o céu, como um vício qual nada! Parecia de propósito que suas ramas se cobrissem de um verde nunca dantes possuído. Chegara ao apogeu de sua vida vegetal. Do seu posto, lá no alto, podia divisar tudo. Enxergar a extensão da selva apodrecendo de tanto verdor. Pela força do seu tronco podia sentir a beleza da própria maturidade. e também da ponta de seus galhos observava o rio, crescendo ameaçadoramente. E Fevereiro se foi, alagado em todos os seus dias... Março não trouxe nenhuma esperança. O rio alcançara o máximo das suas barreiras. O caudal se avolumara e as árvores rastejadas caminhavam sem destino, em busca do esquecimento.- Bem, minhas amigas, enjoei daqui. Vou mudar-me. Era a preguiça se despedindo. E sem emoção alguma caminhou lentamente pelo chão. Se o céu não oferecia estrelas de noite, de dia o sol morrera. A chuva não se cansava de cair. Quando parava um pouco, era para mais tarde recomeçar brutal e insistente. E foi assim que Abril tomou vida. O rio crescia tanto, que tocava nas raízes de nininha. Não sentia o frio das águas e sim de sua angústia, porejando em todo seu ser. Cada dia que passava as águas crescentes se infiltravam mais e mais. As barreiras que sustinham suas raízes principiavam a desmoronar-se deixando à vista garras ainda não totalmente desenvolvidas e sem apoio. A terra amolecia à sua volta. Não podia falar, de aflição. Tremenda aflição, lenta e desgraçada! por que não vinha logo de uma vez? Tremiam-lhe os galhos, na expectativa.


Bendito o raio que caridosamente matara vovô! Pelo menos ele não testemunharia sua tristeza. Tia tucum nem falava mais. Ficava com os olhos grudados na água o dia inteiro. O velho landi nem resmungava para não aumentar o seu tormento. Por vezes olhava para ele, tão grande e altaneiro, e cismava: “nunca essa água chegará até ele. Se os índios não o descobrirem morrerá ali mesmo...” agora, qualquer vento mais forte poderia arremessá-la sobre as águas. Se ao menos a chuva parasse e o rio deixasse de encher... Qual nada! Lá vinha ele aumentando e mais manchado de barro, subindo, apresentando mais redemoinhos e borbulhas. Chegou o meado do mês. Um vento cresceu do outro lado e encrespou ainda mais as águas do rio. Observou desesperadamente o sopro que se aproximava. O vento estremeceu com força as suas folhas. Seu corpo mal fixado vacilou para um lado e para o outro. Tia tucum gemeu desgraçadamente:- agarre-se bem, nininha! Um desalento inundou-lhe o cerne. O landi gritou, em tom roufenho: - não esmoreça, minha filha! Equilibre-se, que você vai resistir ao vento. Pela primeira vez nininha descobriu que o landi possuía uma alma e que lágrimas escuras respingavam o seu tronco vincado.- Equilibre-se, nininha! A chuva anda mais fraca e vai parar nestes três dias. Se você resistir agora poderá viver muito tempo ainda. mas o vento aumentava e sua fraqueza se alastrava mais.- Agora é tar... de... muito tar... de...o landi comentou, dirigindo-se a tia tucum: - ela não quer mais viver! Suas palavras ficaram perdidas e foram arremessadas para longe. O vento crescia mais e as águas eram atiradas, loucas, num banzeiro fantástico. Principiou a sentir tonturas. O silvo do vento penetrava em todo seu corpo. Ficou balançando sem poder aprumar-se. Foi lá, veio cá. Girava, tonta, em todas as direcções. Pesava-lhe o corpo sobre a fraqueza das suas raízes.um estalo!... As forças cederam. Um grito de angústia de tia tucum e o seu corpo se projectou, no começo devagar e logo após com grande ímpeto, nas águas barrentas. Sentiu então aquele grande frio. O rio arrastando-a, girando-a, em meio a grandes círculos, e a torrente puxando-a para longe…"
Extraído do Livro “Rosinha minha Canoa” de José Mauro de Vasconcelos.
Páginas 41, 42 e 43. 
Li pela primeira vez este livro, pela mão da minha irmã Lita quando ainda era menina e ela me maravilhava com as suas leituras. José Mauro de Vasconcelos, foi o primeiro autor que eu conheci no mundo literário, e depois dele, nunca mais ninguém teve a magia de me fazer dar as gargalhadas que eu dava ao ler certas passagens dos seus livros. 
O meu poeta com Alma de Poeta, cuja sensibilidade e meninice conquistou o meu coração e a minha imaginação. Ainda hoje viajo com ele através das suas personagens incrivelmente ricas de detalhes, ternura e realidade. Sei todos os seus livros de cor, no entanto cada vez que os releio as emoções são sempre diferentes, magníficas e mais intensas. A minha alma enriquece-se a cada instante de amor e de compaixão com que José Mauro retracta as situações vividas pelas suas personagens e as cores com que pinta o nosso imaginário, são de um puro e enorme arco-íris.
MUITA LUZ!

terça-feira, 13 de agosto de 2013

ALERTA PARA PEIXE QUE MORDE TESTÍCULOS


Foi na semana passada que um pescador encontrou um peixe Pacu - típico da América do Sul - com 21 centímetros na região de Oresund, no estreito entre a Dinamarca e a Suécia. Esta espécie de peixes que é proveniente de Amazónia e Papua-Nova Guiné, o Pacu, tem a particularidade de ter uns dentes muito parecidos com os humanos, e ser idêntico as piranhas.
Para além de ser uma espécie de peixe de água doce, que se alimenta principalmente de nozes, folhas, vegetação aquática e caracóis, o peixe é conhecido por atacar os testículos dos seres humanos. Esta espécie - que se pode desenvolver até 90 centímetros e pesar 25 quilos - é geralmente encontrada na maioria dos rios da Amazónia e do Orinoco, na América do Sul.  Segundo o britânico The Telegraph, há relatos de que em Papua-Nova Guiné esta espécie já causou a morte a pescadores, por perda excessiva de sangue, depois de um peixe Pacu os ter mordido nos testículos. 
"O pacu normalmente não é uma espécie perigosa para as pessoas, mas tem uma mordedura perigosa, houve incidentes noutros países, como a Papua Nova Guiné, onde alguns homens foram mordidos nos testículos", disse Henrik Carl, especialista em peixes num museu na Suécia.
Apesar da espécie ser rara na Europa, e ainda não ter havido nenhum ataque confirmado, Henrik Carl pede aos banhistas para terem cuidado.

Recomendo a todos os homens cuidados redobrados se andam por estas zonas...
A natureza é surpreendente, não é mesmo?

MUITA LUZ!

Fontes: http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/internacional/mundo/alerta-para-peixe-que-morde-testiculos

http://visao.sapo.pt/suecos-e-dinamarqueses-alertados-para-peixe-que-morde-testiculos=f745320


segunda-feira, 12 de agosto de 2013

ACREDITO QUE...



As Coisas Boas acontecem Àqueles que Acreditam,
As Coisas Muito Boas Acontecem aos que São Pacientes,
Mas as Melhores Coisas do Mundo Só Acontecem,
Àqueles Que Nunca Desistem!
MIA PÚRPURA


MUITA LUZ!

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

SER MÃE É SABER DEIXAR IR OS FILHOS, CONTINUANDO A AMÁ-LOS INCONDICIONALMENTE.

A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo. Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase, e ela sempre me soou estranha. Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria debaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos. Uma batalha hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta para controlar a super-mãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. 
Se eu fiz o meu trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.
Antes que alguma mãe apressada me acuse de desamor, explico o que significa isso.
Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autónomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros
também. A cada fase da vida, vamos cortando e refazendo o cordão umbilical. A cada nova fase, uma nova perda é um novo ganho, para os dois lados, mãe e filho.
Porque o amor é um processo de libertação permanente e esse vínculo não pára de se transformar ao longo da vida. Até o dia em que os filhos se tornam adultos, constituem a própria família e recomeçam o ciclo. O que eles precisam é ter certeza de que estamos lá, firmes, na concordância ou na divergência, no sucesso ou no
fracasso, com o peito aberto para o aconchego, o abraço apertado, o conforto nas horas difíceis. Pai e mãe - solidários - criam filhos para serem livres. Esse é o maior desafio e a principal missão.
Ao aprendermos a ser “desnecessários”, nos transformamos em porto seguro para quando eles decidirem atracar. (DALAI LAMA)


"Dê a quem você Ama :
- Asas para voar...
- Raízes para voltar...
- Motivos para ficar... "

Dalai Lama


MUITA LUZ!

quinta-feira, 8 de agosto de 2013


A maior propriedade de uma pessoa não é possuir muitos conhecimentos,
Mas sim ter um coração cheio de amor,
Ouvidos abertos para ouvir e
Mãos dispostas para ajudar.
        MIA PÚRPURA


MUITA LUZ!

WILD SPIRIT

Muitas Almas Reencarnam nesta Vida Como Espíritos Livres E é Assim que Permanecemos até ao Resto das Nossas Vidas, Teimosamente livres!     ...