Blog pessoal sobre os meus interesses: Greenpeace, Sustentabilidade, Biodiversidade, Conservação e Ambiente, Ecologia, Agricultura Biológica, Bonsais, Pets, Budismo, Taoísmo, Cultura Celta e Astrologia entre outros. Respeito todos os seres vivos. É aqui que divulgo tudo o que escrevo. AMO ANIMAIS!
sábado, 11 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
"Se
nós progredirmos o mundo progride.
Como
tu és, o mundo é.
Sem
compreender o Ser qual é a utilidade de compreender o mundo?
Sem o Autoconhecimento,
o conhecimento do mundo não tem qualquer utilidade.
Mergulha
internamente e encontra o tesouro escondido aí.
Abre o
teu coração e vê o mundo através dos olhos do verdadeiro Ser.
Destrói
os véus e vê a magnificência divina do teu próprio Ser"
Sri Ramana Maharshi
Sri Ramana Maharshi
MUITA LUZ!
Imagem retirada de pesquisa
na net, desconheço o seu autor.
domingo, 5 de janeiro de 2014
O VALE DE JIUZHAIGOU - PARAÍSO AMEAÇADO.
Jiuzhaigou significa “Vale das Nove Aldeias” porque neste sitio existiram em tempos mesmo nove povoações, actualmente é mais um aglomerado de 80 hotéis, todos concentrados no mesmo local, um vale em forma de “Y” com cerca de 30 km localizado nas Montanhas MIN, na região central da China. É neste espaço que 280 autocarros aguardam a sua vez para poderem transportar os 18 mil turistas diários, pela magnífica estrada acima, passeando ao longo de uma cadeia de lagos e de cascatas estreitas, sob escarpas tortuosas cheias de florestas de Bambú e de Áceres ou Espruces. Os glaciares escavaram os dois vales que se reúnem ao vale de Shuzheng, designados por Zechawa e Rize, cujo ponto mais alto se localiza a 3 mil metros de altitude. As falésias desencorajam escaladas fortuitas, mas não conseguem distrair a vista dos visitantes da deslumbrante beleza calcária que das humildes vias fluviais que deslizam por baixo. A geologia desta zona do Planalto do Tibete, é modelada por antigos fundos marinhos, sendo que a dissolução dos seus calcários dá por isso uma cor verde-esmeralda ou mesmo azul-turqueza a uma certa luz, e noutras ocasiões aumenta o efeito de espelho do céu cor de anil.
Em Jiuzhaigou, neste pequeno mas encantador complexo de lagos cromáticos em vales rasgados pela sovela dos glaciares, já quase não existem os pandas que outrora aqui prosperavam, são actualmente aclamados pelo governo como um “tesouro nacional”, mas estes animais foram deslocados maciçamente pelo furor dos madeireiros e pela extinção do bambú durante as últimas décadas do séc.xx.
Só muito recentemente é que a República Popular da China, proibiu que fossem servidos petiscos tais como, patas de ursos nos banquetes de estado, foi mais ou menos na mesma altura em que S.S. Dalai Lama, no exílio na Índia, incentivou os seus seguidores a deixar de vestir peles de tigre e de leopardo. No entanto nenhuma ética de conservação se gera na República Popular da China, por decreto. O chefe da equipa de cientistas de Jiuzhaigou, afirma que ainda hoje é possível encontrar peles de leopardo-das-neves à venda, sem ocultação na cidade vizinha de Songpan, por cerca de 75 euros, o equivalente a um salário de um mês para um operário.
De alguma forma não é possível deixar de lamentar que seja preciso transportar até aqui milhões de pessoas, para verem este pequeno paraíso de águas prístinas e esplendorosas, onde as aves de penugem colorida esvoaçam pelos ares ao sabor da brisa suave das montanhas, sob o imenso céu do Planalto do Tibete, para fortalecer uma política nacional, destinada a tentar salvar algo, antes que desapareça por completo. Mas como será possível organizar milhões de pessoas numa fila, para poderem apreciar a paisagem bravia sem a destruírem? Poderiam ser preservados se a República Popular da China, declarasse os lagos sinuosos e as cascatas deste vale como símbolos imperiais das dinastias esquecidas na Cidade Proibida de Pequim, em vez de serem aproveitados para o turismo e como fonte de receitas.
Convém lembrar que o Vale de Jiuzhaigou, é considerado um Património Mundial da UNESCO na China. Não só pela sua enorme variedade de ecossistemas de florestas bem diversos, como também pelas cerca de 140 espécies de pássaros que habitam o vale, muitas variedades de plantas e espécies de animais, que se encontram em vias de extinção. Como é o caso do Panda Gigante e do Takin de Sichuan (Burdocas taxicolor) um capríneo do leste dos Himalaias, entre outros.
Se nos considerarmos superiores a todas as outras formas de vida, mostrando que somos capazes de prescindir delas, se ninguém liga aos poucos peixes que restam sem ser em lagoas de aquicultura, às cristas montanhosas sem turbinas eólicas nos cumes, aos campos nevados ou às cotovias-dos-prados, então as poucas pessoas que ligam mesmo e que querem descansar da confusão urbana, poderão ver-se forçados a comprar filmes de vida selvagem para verem nos seus ecrãs.
É de lamentar que tal como os felinos são presença obrigatória nos jardins zoológicos o mesmo acontecerá a muitas outras espécies como o Panda Gigante, que será criado em cativeiro depois que as árvores de que se alimentam desaparecerem,
à semelhança das réplicas dos Mosteiros Tibetanos, com fachadas correctamente reproduzidas, mas infelizmente sem Monges no seu interior.
Ensaio de Edward Hoagland “Rumo ao Paraíso Industrializado”,
publicado na National Geographic de Março de 2009.
MUITA LUZ!
Todas as imagens foram retiradas de pesquisa na net,
desconheço os seus autores.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
NATAL E HUMANIDADE NOS VOSSOS CORAÇÕES!
“Esta é a Minha Simples Religião.
Não Há Necessidade de Templos;
Não Há Necessidade de Filosofias Complicadas.
Só o Nosso Cérebro,
E o Nosso Coração
São o Nosso Templo;
A Filosofia Existente é
A Bondade.”
S.S. Dalai Lama
Desejo a todos um Natal cheio de Paz.
Não desejo prendinhas no sapatinho, pois não acredito ser esse o espírito do Natal. Desejo antes que todas as famílias se possam reunir em volta de uma mesa onde exista comida suficiente para que todos se saciem, mesa onde não haja sobras para o dia seguinte devido a tanta fartura, mas antes uma mesa onde sobre isso sim, abraços e muita ternura para com os mais idosos e onde os animais também sejam comtemplados. Desejo que para muitos de Vós Haja um Tecto para Vos Proteger do Frio, e uma Mão que segure a Vossa, para Vos Aquecer o Coração.
Desejo do fundo do meu humilde Ser, que o vosso Natal seja repleto não de Consumismo,
Mas de Humanidade!
Beijinhos de Luz nos Vossos Corações.
Muita Luz!
Ana Maria
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
O PODER DA PAZ - S.CHAGDUD TULKU RINPOCHE
"É meu desejo que o poder espiritual da paz toque cada
pessoa na Terra, irradiando de uma paz profunda em nossa mente, atravessando as
fronteiras políticas e religiosas, e indo além das fronteiras do ego e da
convicção de sermos os donos da verdade. Nossa primeira tarefa como pacifistas
é remover os conflitos internos causados pela ignorância, raiva, apego, inveja
e orgulho. Nós deveríamos buscar
uma paz interior tão pura e estável, que seria impossível sermos levados pela
raiva diante daqueles que lucram e vivem com a guerra, ou pelo autocentrismo e
medo daqueles que nos confrontam com desprezo e ódio.
Uma paciência
extraordinária é necessária para que trabalhemos pela paz mundial, e a fonte
dessa paciência é a paz interior. Esta paz nos permite ver claramente que a
guerra e o sofrimento são os reflexos externos dos venenos da mente. A
diferença essencial entre os pacifistas e aqueles que promovem a guerra é que
os primeiros têm disciplina e controle sobre a raiva egoísta, o apego, a inveja
e o orgulho, ao passo que os outros, devido à ignorância, fazem com que esses
venenos se manifestem no mundo. Se você realmente entender isto, nunca se
permitirá ser derrotado interna ou externamente.
No Budismo Tibetano, o
pavão é o símbolo do bodisatva, o guerreiro desperto que trabalha pela
iluminação de todos os seres. É dito que o pavão se alimenta de plantas
venenosas, mas transforma o veneno nas cores magníficas de suas penas, sem se
intoxicar. Da mesma forma, nós, que defendemos a paz mundial, não podemos nos
envenenar com a raiva. O trabalho pela paz é um caminho espiritual em si
mesmo, um meio de desenvolver as qualidades perfeitas da mente e testá-las em
situações de necessidade urgente, sofrimento extremo e morte. Não tenha receio
de dar-lhe seu tempo, energia e apoio."
S. Ema. Chagdud Tulku Rinpoche
MUITA LUZ!
Foto retirada de pesquisa na net,
desconheço o seu autor.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
DISSERTAÇÕES SOBRE A PUTA DA VIDA
Bem,
dissertações ou desabafos, o que é certo é que tanto uma como a outra me estão
na alma a martelar constantemente. Que me perdoem os mais púdicos o título do tema
da minha escrita, mas por vezes estes arcaísmos que utilizo para expressar o
mais profundis de mim, caem que nem ginjas!
Vou
começar pelo começo, pelo menos aquele que eu conheço.
Quando
eu era pequena, e pequena julgam vocês com 4 a 5 anos, mas estão redondamente
enganados, porque pequena na minha humilde história era quando eu tinha meses
de idade e estava deitada na minha cama de grades e via as caras enormes e
horrorosas das pessoas que se espremiam para entrarem dentro da minha cama a me
aterrorizarem ainda mais, com os seus sorrisos estranhos e bafos de se desmaiar,
creio que em 1965 não era muito popular lavarem-se os dentes, era mais o
palitar ao fim das refeições, pois dava sempre jeito um naquito de carne que lá
se enfiava no meio dos dentes e que depois se podia mastigar mais tarde. Bem,
talvez qui ça, venha daí a minha natural aversão por pessoas. Também nunca
ninguém me explicou que eu teria de vir a lidar no meu dia-a-dia com estas
pessoas estranhas, porque se mo tivessem dito na altura, era mais que certo que
eu teria pegado no meu biberon, na minha almofada querida de sumaúma e nos meus
almanaques do Patinhas e tinha desalvorado dali para fora, mas não, ali
permaneci embalada pela mentira e pela esperança de que iria ter uma vida
promissora.
Promissora
só se foi pelas atribulações constantes a que fui submetida, sem pormenores
sórdidos e explicações detalhadas, porque isso já nós temos em horário nobre
nos telejornais, a única coisa que vos posso garantir é que me eduquei o melhor
que pude, não tive referências que me guiassem, nem quem me protegesse ou
defendesse, apesar disso, fiz o melhor que pude por mim. Aprendi com muitos
erros, esfolei mãos e joelhos, fiquei muitas vezes transformada em um monte de
cacos velhos, mas tratei das minhas feridas e segui em frente, também não tinha
a quem me queixar, nem habituada estava a tal mordomia, desde que me conheço gente, que lá em casa não nos podíamos queixar, era aguentar e mais nada.
Ninguém me orientou, ninguém me avisou que as decisões que
tomamos hoje, seriam o nosso dia de amanhã, escolhido por nós. Aprendi às
minhas custas que nunca poderei culpar ninguém sobre nenhuma situação que hoje
menos me agrade, pois fui eu que a escolhi! Não quero de modo algum parecer vítima,
nem coitadinha ao escrever estas palavras, porque não o sou de todo! Eu sou muito senhora do meu
nariz, (um dos meus defeitos),e não mudava nadinha da minha vida pessoal, os
meus filhos são a única coisa que realmente AMO na vida, dou sem pestanejar, nem hesitar a
minha vida por cada um deles, deixo ao critério de quem manda lá em cima como
me dividir para dar metade de mim igualzinho a cada um. Dar-lhes-ei sempre
tudo, tudo o que precisarem e que desejarem, desde que eu ache razoável, é
claro.
Quanto à minha vida profissional, eu mudaria muito, mas mesmo muito, não
gosto de estar fechada num escritório a ver as horas e os dias a passar e a
receber uma miséria de salário pelo meu precioso tempo, se fosse hoje à 22 anos atrás eu teria mesmo sem
salário me dedicado àquilo que realmente me ocupa a alma, ajudar os outros.
Teria ignorado as vozes que me fizeram estar hoje na situação em que estou e
estaria no meio dos pobres e sem abrigo sem salário mas feliz. Como é que eu
teria criado os meus filhos? Fazendo artesanato, andando de feira em feira,
trabalhando aqui e ali. Confesso que tenho alma de saltimbanco, ser hippie está-me
na massa do sangue. Tenho de controlar estes ímpetos, pois vivo numa sociedade
de betão em que a natureza para esta gente só existe para um bando de privilegiados que possuí
casa de férias fora da cidade, mas em condomínios fechados, e este é o conceito deles de natureza...
Ao atingir a faixa
dos 50 e já falta tão pouco, o meu coração chora por falta dos elementais, da
natureza, da humildade de quem abre a porta e oferece um naco de pão e um copo
de vinho, anseio pelas gentes onde existe sempre lugar para mais um e um prato
de sopa é uma iguaria oferecida com todo o amor.
Nunca
vou dizer aos meus filhos qual o melhor caminho a seguirem, ou qual o certo e o
errado, terão de o descobrir por si mesmos, e não me importo de correr o risco
de me culparem das suas más escolhas. Tenho plena consciência de que lhes
transmiti tudo o que precisam para serem felizes na vida, basta que para isso
ouçam a sua vozinha interior e a sigam. Eu estarei sempre por perto, mesmo que
alguns quilómetros nos separem algum dia, pois o meu coração não pertence à
cidade, aqui morro a cada dia que passa. A minha alma precisa de liberdade.
Como eu costumo dizer “Eu não hei-de morrer sem ter a minha casinha no campo”,
e ao contrário de algumas pessoas que afirmam ser um sonho meu, daqui a uns
tempos vão ficar de boca aberta literalmente ao ver que o que era um sonho
tornou-se realidade. Dinheiro para comprar uma casa no campo, sinceramente eu
não tenho, já me perguntaram de onde virá o dinheiro? Respondi, que eu tenho
muitos amigos, os Gnomos, os Elfos e todos os elementais. Riram-se muito de mim
e da minha resposta. Se isso me incomoda? Não. Os meus filhos acreditam em mim
e eu acredito naquilo que acredito. O resto? Não existe!!!
Nunca
deixem de acreditar em algo que vos vem do fundo de vocês mesmos só porque não
se encaixa na sociedade, não deixem que vos matem as vossas certezas, porque
simplesmente as qualificam de sonhos. Sonhar para mim, é quando algo é inatingível,
impossível de realizar a não ser por um milagre. Mas quando acreditamos mesmo
em algo que vem do fundo de nós, que nos está enraizado na alma, meus amigos
deixem que vos diga, isso não é nenhum sonho, isso é a vossa realidade nua e
crua! Lutem por ela, por mais estranha que pareça, por mais que vos digam que
nunca vai ser possível concretizá-la, lutem, pois no fim da estrada ela estará
lá à vossa espera. E o vosso contentamento e sorriso encherão o mundo de
glória, pois nesse momento vocês terão alcançado a Paz porque que tanto
lutaram!!!
MIA
PÚRPURA.
MUITA
LUZ!
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
É O GRANDE ESPÍRITO GAIA QUEM ESCREVE...
Amados Filhos Meus,
Partes de Mim Mesma, Filhos do Meu Coração. Coração dos corpos físicos que usam como Seres Eternos que Sois, não temam.
Não sou uma parte separada neste sistema solar de Tudo Que Existe Em Expansão. Sou uma de Suas partes.
Comigo Sois agora em meu chão e em minhas atmosferas, em mais Um destes inimagináveis Ciclos. Em que o tempo passa cada vez mais rápido, porque vai deixando de medir distância. E o passado vem juntando-se ao presente. Este sim, um grande Presente para vocês, filhos meus.
Meu grande coração está disparando em seu pulsar. Mas meu choro é de alegria.
Infinita alegria de poder vos oferecer mais uma vez, o que Sou.
Sem as chagas que provocaram e provocam em mim, um grande sofrimento. Sofrimento físico e mais ainda, sofrimento do grande coração de Mãe de vosso reino. Reino que Habitais fisicamente.
Um grande Mestre que amais diz agora: Há muitas moradas, esta é Vossa morada. Ele me faz chorar e sou grata pelo choro que cura minhas chagas.
Assim como Vosso choro cura Vossas chagas.
Lembrar-vos-ei agora o que esquecestes porque o Mestre da Fé assim me diz:
Muito já lestes em tudo que foi dito e exemplificado.
Agora é o tempo de se lerem a Si próprios. Ler o que Vós Sois, não o que dizem que sois.
Eu Sou a Real Fé porque creio em Mim. Existo, porque creio em Mim.
Crede em Vós, e relembrarão o Real sentimento da Fé.
Verão então que a realidade do Vosso Coração não são as vossas múltiplas personalidades.
Vossos Corações Reais são plenos de Tesouros Inalienáveis.
Queiram ou não, uma Nova Sociedade está em formação. São os vossos próprios Anseios.
Até que outros meios sejam criados, o que realmente teriam para oferecer sem energia eléctrica? Sem dinheiro?
De todos os Tesouros que a Fé lhes mostrará, qual o que lhe traria maior prazer ao oferecer?
Em minha derradeira encarnação, escrevi uma idéia. Chamou-se Utopia.
Muito Me honraria se quiserem melhorá-la, para estes tempos. Vocês têm os meios para isso. E em outros que o desejarem.
Porque agora, tendes ainda os meios eletrônicos para - entre si - trocarem idéias. Idéias entre Almas eternas. Não mais como seres mortais.
Pouco tempo, mas têm.
Praticai, para que se torne telepatia no início e a simples troca de sentimentos depois.
E então conhecerão o Paraíso.
Aí mesmo, no Planeta Azul.
Então o Guardião de Vosso Mundo, comovidamente, dançará com a Sua Mãe como Par da primeira Valsa, que abrirá a grande festa. Tocada por uma grande orquestra, com o som de instrumentos naturais.
Partes de Mim Mesma, Filhos do Meu Coração. Coração dos corpos físicos que usam como Seres Eternos que Sois, não temam.
Não sou uma parte separada neste sistema solar de Tudo Que Existe Em Expansão. Sou uma de Suas partes.
Comigo Sois agora em meu chão e em minhas atmosferas, em mais Um destes inimagináveis Ciclos. Em que o tempo passa cada vez mais rápido, porque vai deixando de medir distância. E o passado vem juntando-se ao presente. Este sim, um grande Presente para vocês, filhos meus.
Meu grande coração está disparando em seu pulsar. Mas meu choro é de alegria.
Infinita alegria de poder vos oferecer mais uma vez, o que Sou.
Sem as chagas que provocaram e provocam em mim, um grande sofrimento. Sofrimento físico e mais ainda, sofrimento do grande coração de Mãe de vosso reino. Reino que Habitais fisicamente.
Um grande Mestre que amais diz agora: Há muitas moradas, esta é Vossa morada. Ele me faz chorar e sou grata pelo choro que cura minhas chagas.
Assim como Vosso choro cura Vossas chagas.
Lembrar-vos-ei agora o que esquecestes porque o Mestre da Fé assim me diz:
Muito já lestes em tudo que foi dito e exemplificado.
Agora é o tempo de se lerem a Si próprios. Ler o que Vós Sois, não o que dizem que sois.
Eu Sou a Real Fé porque creio em Mim. Existo, porque creio em Mim.
Crede em Vós, e relembrarão o Real sentimento da Fé.
Verão então que a realidade do Vosso Coração não são as vossas múltiplas personalidades.
Vossos Corações Reais são plenos de Tesouros Inalienáveis.
Queiram ou não, uma Nova Sociedade está em formação. São os vossos próprios Anseios.
Até que outros meios sejam criados, o que realmente teriam para oferecer sem energia eléctrica? Sem dinheiro?
De todos os Tesouros que a Fé lhes mostrará, qual o que lhe traria maior prazer ao oferecer?
Em minha derradeira encarnação, escrevi uma idéia. Chamou-se Utopia.
Muito Me honraria se quiserem melhorá-la, para estes tempos. Vocês têm os meios para isso. E em outros que o desejarem.
Porque agora, tendes ainda os meios eletrônicos para - entre si - trocarem idéias. Idéias entre Almas eternas. Não mais como seres mortais.
Pouco tempo, mas têm.
Praticai, para que se torne telepatia no início e a simples troca de sentimentos depois.
E então conhecerão o Paraíso.
Aí mesmo, no Planeta Azul.
Então o Guardião de Vosso Mundo, comovidamente, dançará com a Sua Mãe como Par da primeira Valsa, que abrirá a grande festa. Tocada por uma grande orquestra, com o som de instrumentos naturais.
Miriam Carvalho
MUITA LUZ!
domingo, 24 de novembro de 2013
ABRACADABRA
Thou shalt on paper write the spell divine,
Abracadabra called, in many a line,
Each under each in even order place,
But the last letter in each line efface.
As by degrees the elements grow few
Still take away, but fix the residue,
Till at the last one letter stands alone,
And the while dwindles to a tapering cone.
Tie this about the neck with flaxen string,
Mighty the good ‘twill to the patient bring.
Its wondrous potency shall guard his head.
And drive disease and death far from his bed.”
Este é
o poema que o Rei Charles William escreveu sobre a palavra Abracadabra. Ao ler
este poema não podemos deixar de sentir o grande e enorme poder desta palavra,
cuja origem nunca se chegou a definir por completo. Fontes sugerem o Aramaico
ou o Hebreu como origem desta palavra, mas segundo Helena Blavatsky a teoria de
Godfrey Higgins estava quase certa, pois segundo este tinha origem em “Abra” ou
“Abar”, o Deus Celta e “Cad”, que significava Santo e era utilizado como um
talismã, com a palavra gravada sobre Kameas (uma espécie de quadrado) que era
usado sobre o peito por baixo das vestimentas. Helena Blavatsky defendeu assim
que o termo Abracadabra era uma derivação da palavra gnóstica “Abraxas”, que
por sua vez era uma derivação da antiga palavra copta ou egípcia “não me firas” sendo que os hieróglifos se referiam à
divindade como Pai.
Apesar de não se saber
em concreto a sua origem, uma coisa é certa a sua poderosa força mágica. Acredita-se
desde tempos imemoriais que ela possui a essência de quebrar, afastar e
dissolver as energias negativas nas nossas vidas.
Ao desdobrarmos letra
por letra e formando um triângulo que acaba na letra “A” este fica com a força
subtil da natureza ligada ao elemento fogo, purificador e transformador. Ao
mesmo tempo que o desdobramento desta palavra no triângulo gera o arquétipo do
número 11, que é a soma do número de letras que compõe esta palavra. Onze linhas
compõem o triângulo da construção da própria palavra que gera então grande
força e dinamismo. O Tarot também está aqui presente através do arcano Maior
número 11 – a Justiça, que representa o equilíbrio entre o espírito e a
matéria, a razão e a emoção, o intelecto e o instinto.
A palavra Abracadabra
é também um mantra que quando entoado correctamente acreditava-se possuía poderes
curativos, para o fazer dever-se-ia entoar o mantra dando mais enfase à letra “A”.
Diz-se ainda que se repetir a sequência 49 vezes da base da pirâmide até ao
cimo da mesma, lendo linha a linha à medida que sobe e de forma que entoe as
palavras que vai lendo, estaremos a falar a linguagem dos Anjos, pois estamos a
falar com o coração.
Hoje em dia e apesar
do seu sentido ter sido distorcido através da magia, como quando os mágicos
fazem um truque e dizem Abracadabra, dando a impressão ao público que estão a invocar
poderes sobrenaturais, esta palavra continua a possuir fortes emanações quando utilizada
correctamente. Pode usar um triângulo feito por si num papel com a palavra
Abracadabra escrita, quando pressentir que alguma energia negativa se aproxima
de si e está a ganhar força. Pode ser ainda usado na sua carteira, debaixo do
teclado do computador ou no debaixo do tapete de entrada na sua porta para a
proteger de energias negativas, seja como for que o use, tenha sempre presente
que ele terá mais poder se não for visto.
Esteja em paz com a
natureza e com o divino, esteja em harmonia com o cosmos, sinta-se livre de
invocar palavras com poder mágico para o seu próprio bem estar mas sempre sem
ferir os outros. Só assim o universo terá paz, só assim o universo terá o equilíbrio
tão necessário ao nosso desenvolvimento espiritual.
MUITA LUZ!
Imagens
retiradas de pesquisa na net desconheço os seus autores.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
DESEJOS DE FELICIDADE!
Para você, desejo o sonho realizado. O amor
esperado. A esperança renovada. Para você, desejo todas as cores desta vida.
''Todas as alegrias que puder sorrir. Todas as músicas que puder emocionar.
Desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família esteja mais unida,
que sua vida seja mais bem vivida. Gostaria de lhe desejar tantas coisas. Mas
nada seria suficiente... Então, desejo apenas que você tenha muitos desejos. Desejos
grandes e que eles possam-te mover a cada minuto, ao rumo da sua felicidade."
Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade
Se até os animais
são capazes de mostrar amor incondicional e espontâneo, porque é tão difícil ao
homem fazê-lo? Se fossemos mais humanos o mundo seria sem dúvida mais bonito. Cabe-nos
a todos nós, cada um no seu tempo e à sua maneira contribuir para deixarmos às
gerações futuras um mundo muito melhor e mais duradouro, que respeite os
recursos naturais, todos os seres vivos e a natureza. Eu pratico este
pensamento e você?
E porque acredito que somos o que fazemos, não se esqueça:
“A Lei da Mente é
Implacável,
Tudo o que você
pensa, você cria.
Tudo o que você
sente, você atrai.
Tudo o que você
acredita,
Torna-se realidade!”
BUDA
MUITA LUZ!
Imagens retiradas
de pesquisa na net, desconheço os seus autores.
terça-feira, 19 de novembro de 2013
O LIVRO DO TAO - Ch'uan (COMPLETO)
Quando o olhamos , não o vemos,
E chamamos-lhe o invisível.
Quando o escutamos, não o ouvimos,
E chamamos-lhe o inaudível.
Quando o tocamos, não o seguramos,
E chamamos-lhe o etéreo.
Estes três estados são indecifráveis
E contribuem para o que é uno.
O seu lado de cima não é luminoso,
O seu lado de baixo não é obscuro.
Ele move-se sempre,
Inominável,
E regressa ao seio do nada.
É forma sem forma.
É imagem sem imagem.
De frente, não se lhe vê a face.
Por detrás, não se lhe vêem as costas.
Para alcançares o agora,
Caminha com o antigo Tao.
Descobrir a essência de tudo
Leva-te à sabedoria do caminho.
Lao Tzu - TAO TE
CHING
MUITA
LUZ!
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
SUSTENTABILIDADE
Na fila do supermercado, o caixa
diz a uma senhora idosa:
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora!
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupávamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a electricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é visível que a actual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
- A senhora deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não são amigáveis com o ambiente.
A senhora pediu desculpas e disse: - Não havia essa onda verde no meu tempo.
O empregado respondeu: - Esse é exactamente o nosso problema hoje, minha senhora!
Sua geração não se preocupou o suficiente com o nosso ambiente.
- Você está certo - responde a velha senhora - nossa geração não se preocupou adequadamente com o ambiente.
Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.
Realmente não nos preocupávamos com o ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhávamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.
Nós não nos preocupávamos com o ambiente. Até então, as fraldas de bebés eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.
Mas é verdade: não havia preocupação com o ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?
Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas eléctricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plástico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.
Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a electricidade.
Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o ambiente. Bebíamos directamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos.
Canetas: recarregávamos com tinta tantas vezes ao invés de comprar outra. Amolávamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lâmina ficou sem corte.
Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.
Então, não é visível que a actual geração fale tanto em "meio ambiente", mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?
MUITA LUZ!
Fontes: Desconheço o autor do texto. Foto retirada de pesquisa na net, desconheço o seu autor.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Hoje
estou de rastos, UFA! Tal e qual este menino aqui, a precisar de cama e comida.
Graças a Deus é Sexta-feira
e eu já estou a fazer planos para o fim-de-semana. Arranjo sempre muitas coisas
que quero fazer e depois? Bem depois não faço nem metade ihih, dá-me uma enorme
preguiça no Sábado, no Domingo já estou a pensar que falta pouco para voltar ao
trabalho na segunda-feira. Mas estou a tentar combater este mal, ocupando-me ao
máximo para não ter tempo de pensar no tempo.
Sabem eu gosto das coisas “sem”,
e é por aí que eu ando. Gosto de fazer as coisas “sem” pressa, bater um bolo e
colocar no forno Sem correria, gosto de arroz de tomate Sem açúcar, de puré de
batata Sem noz-moscada, de mariscos Sem maionese, de pão Sem passas (que só me
engordam), de Sábado Sem despertador, de chocolate Sem culpa, de café Sem
açúcar, de amor Sem pudor.
AMO
RIR, rio muito, SOU FELIZ, dou e retribuo, AMO e sou AMADA.
Não questiono, Não
imponho, Não abandono!
AMO FAZER OS OUTROS FELIZES, porquê?
Porque a Vida fica
mais colorida, mais doce, mais quente, mais descontraída, mais decidida.
RIAM, riam muito, faz bem para a
Alma e para o Coração!
Deixo-vos aqui estas fotos
lindas, espero que pelo menos vos façam sorrir.
Ohññ que delicia de Minnie, não acham, eu amei!
O avanço das tecnologias...
Não é mesmo?...
Seja você mesmo a sua PRIORIDADE!
A todos desejo um lindo e Iluminado Fim-de-semana.
MUITA LUZ!
Fonte: Fotos retiradas da net, desconheço os seus autores.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
TIRE O PÓ SE FOR PRECISO...
Não deixe as suas
panelas brilharem mais do que você!!!!
Não leve a limpeza ou o trabalho tão a sério! Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela! Uma casa só vai se tornar num lar quando você for capaz de escrever "Eu amo-te" sobre os móveis!
Antigamente eu passava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para nos visitar"
Não leve a limpeza ou o trabalho tão a sério! Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela! Uma casa só vai se tornar num lar quando você for capaz de escrever "Eu amo-te" sobre os móveis!
Antigamente eu passava no mínimo 8 horas por semana para manter tudo bem limpo, caso "alguém aparecesse para nos visitar"
- mas depois
descobri que ninguém passa "por acaso" para visitar
- todos estão muito
ocupados a passear, a se divertir e a aproveitar a vida!
E agora, e se
alguém aparecer de repente?
Não tenho que explicar a situação da minha casa
a ninguém... ...as pessoas não estão interessadas em saber o que eu fiquei a fazer
o dia todo enquanto elas estavam a passear, a se divertir e aproveitar a
vida... Caso você ainda não se tenha apercebido: A vida é curta, aproveite-a!
Tire o pó... se for preciso...
Mas não seria melhor pintar um quadro ou escrever uma carta, dar um passeio ou visitar um amigo, fazer um bolo e lamber a colher suja de massa, plantar e regar umas sementinhas? Pese muito bem a diferença entre QUERER e SER PRECISO.
Tire o pó... se for preciso...
Mas você não terá muito tempo livre... Para beber champanhe, nadar na praia (ou na piscina), escalar montanhas, brincar com os seus filhos ou com os cachorros, ouvir música e ler livros, cultivar os amigos e aproveitar a vida.
Tire o pó... se for preciso...
Mas a vida continua lá fora, o sol ilumina os olhos, o vento agita os cabelos, as gotas da chuva caem mansamente... Pense bem, este dia não voltará jamais!
Tire o pó... se for preciso...
Mas, não se esqueça de que você vai envelhecer e muita coisa não será mais assim tão fácil de fazer como agora.
E quando você partir, como todos nós partiremos um dia, também vai virar pó.
Ninguém vai se lembrar de quantas contas você tirou o pó (trabalhou) pagou, nem de sua casa tão limpinha, mas vão se lembrar da sua amizade, da sua alegria e do que você ensinou.
Afinal: "Não é o que você juntou, e sim o que você espalhou que reflecte como você viveu a sua vida."
MUITA LUZ!
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