Blog pessoal sobre os meus interesses: Greenpeace, Sustentabilidade, Biodiversidade, Conservação e Ambiente, Ecologia, Agricultura Biológica, Bonsais, Pets, Budismo, Taoísmo, Cultura Celta e Astrologia entre outros. Respeito todos os seres vivos. É aqui que divulgo tudo o que escrevo. AMO ANIMAIS!
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
sexta-feira, 31 de julho de 2015
O RAPAZ E O ANEL - PARÁBOLA
Um jovem procurou o
seu Mestre porque se sentia um inútil. Achava-se lerdo, não conseguia fazer
nada bem, achava que não prestava para nada. Desejava saber como poderia
melhorar e o que deveria fazer para que o valorizassem.
O Mestre, sem o olhar, disse-lhe: "sinto muito, mas
antes de resolver o seu problema preciso resolver o meu próprio problema.
Talvez você me possa ajudar".
Tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu-o ao rapaz,
recomendando: "vá até ao mercado; preciso de vender este anel porque tenho
que pagar uma dívida. É preciso que você consiga por ele o máximo, mas
não aceite menos do que uma moeda de ouro".
O rapaz pegou no anel e foi oferecê-lo aos mercadores.
Eles olhavam com algum interesse, mas quando ele dizia o quanto pretendia pelo
anel, desistiam.
Quando ele mencionava uma moeda de ouro, alguns riam,
outros saíam sem ao menos olhar para ele. Somente um velhinho muito
amável lhe explicou que uma moeda de ouro era muito valiosa para aquele
anel.
Abatido pelo fracasso, o rapaz retornou à presença do
Mestre dizendo que o máximo que lhe ofereceram foi duas ou três moedas de
prata. Ouro, nem pensar!
O dono do anel respondeu que seria importante, então,
saber o valor exacto do anel. Sugeriu que o jovem fosse ao joalheiro para
fazer uma correta avaliação. E fez outra recomendação: não importa o valor que
lhe ofereçam, não venda este anel.
O jovem foi um tanto desanimado. O joalheiro, depois de
examinar com uma lupa a jóia pesou-a e disse-lhe: "diga ao seu Mestre
que, se ele quiser vender agora, não lhe posso dar mais do que cinquenta
e oito moedas de ouro".
O rapaz teve um sobressalto: "cinquenta e oito moedas
de ouro?".
"Sim", retornou o joalheiro. "Com tempo eu
poderia oferecer cerca de setenta moedas. Mas, se a venda é
urgente...".
O discípulo recusou a oferta e voltou correndo para dar a
boa notícia ao Mestre. Depois de ouvi-lo, o Mestre disse: "sente-se,
meu rapaz. Você é como este anel, uma jóia única e valiosa. Como toda a jóia
preciosa, somente pode ser avaliada por quem entende do assunto. Por
acaso você imaginou que qualquer um poderia descobrir o seu verdadeiro
valor?".
Tomando o anel das mãos do rapaz, tornou a colocá-lo no
dedo, completando: "Todos somos como esta jóia: muito valiosos. No
entanto, andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas
inexperientes nos valorizem".
Pense: ninguém nos pode fazer sentir inferiores
sem nosso consentimento!
Votos
de um fim-de-semana Iluminado.
MUITA
LUZ!
quarta-feira, 29 de julho de 2015
CHICO XAVIER - ESCADA DE LUZ
Efectivamente,
você ainda não resplandece tanto quanto a luz, mas pode acender uma vela,
afastando as sombras.
Não importa quanto você disponha para agir e servir, a benefício de outrem. Vale o que fizer e como fizer daquilo que o Senhor já confiou a você.
Dizem os sábios que Deus dá o frio, conforme o cobertor, para que o Homem saiba dar o cobertor, conforme o frio.
Por onde você passe e do tamanho que possa, deixe um rastro de alegria.
Você voltará, mais tarde, para colher-lhe a bênção da luz.
Francisco Cândido Xavier
Não importa quanto você disponha para agir e servir, a benefício de outrem. Vale o que fizer e como fizer daquilo que o Senhor já confiou a você.
Dizem os sábios que Deus dá o frio, conforme o cobertor, para que o Homem saiba dar o cobertor, conforme o frio.
Por onde você passe e do tamanho que possa, deixe um rastro de alegria.
Você voltará, mais tarde, para colher-lhe a bênção da luz.
Francisco Cândido Xavier
Extraído Do livro "Escada de Luz".
terça-feira, 28 de julho de 2015
PITOHUI –O 1º PÁSSARO VENENOSO DESCOBERTO NA PAPUA NOVA GUINÉ
Foi descoberto em 2013 nas florestas
da Papua Nova Guiné, um pássaro fora do normal, que possui uma defesa química
única na história das aves. Durante a sua expedição às florestas da Nova Guiné,
Jack Dumbacher, investigador da Academia de Ciências da Califórnia, foi
arranhado por uma ave muito colorida e diferente. Tratava-se então de uma das
espécies de Pitohui, o 1º pássaro
venenoso a ser documentado na história do nosso planeta.
Dumbacher sentiu ele próprio
os efeitos da toxina existente nesta ave, quando ao sentir dor na mão após ser
arranhado pelo pássaro, levou a mão à boca e chupou o dedo, foi exactamente
nessa altura que começou a sentir a boca dormente, a formigar e a queimar,
quando foi alertado por indígenas da região de que se tratava de uma ave
venenosa (ainda então desconhecida da ciência, mas largamente conhecido das populações indígenas).
De acordo com os cientistas, o veneno
desta ave encontra-se localizado na sua pele e nas suas penas. É uma toxina
chamada homobatracotoxina , que
também se pode encontrar nos sapos da América do Sul, mas em muito menor
quantidade e que possui a capacidade de provocar paralisia nos seres vivos,
incluindo nos músculos do coração, podendo mesmo em quantidades maiores
provocar a própria morte.
O Pitohui
utiliza esta toxina para se defender dos seus predadores, ou para caçar. O
envenenamento ocorre quando a homobatracotoxina
entra em contacto com a boca, olhos, mucosas nasais ou através da pele ferida
da vítima e que quase instantaneamente começa a sentir dormência e paralisia no
local tocado pelo pássaro. O factor mais curioso é que o facto de eles possuírem
este veneno, se deve à sua alimentação, visto que o Pitohui se alimenta quase exclusivamente de besouros da família Melyridae os quais são só por si uma
fonte poderosa da toxina homobatracotoxina.
O mesmo factor comum existe com os sapos da América do Sul, pois consomem os
mesmos insectos.
Os cientistas alertam para que nem
todas as espécies de pitohuis são necessariamente
venenosas, dando instruções de que as aves que possuem as cores mais escuras
são as mais perigosas. No entanto fica aqui o alerta, apesar de lindas e
magníficas, se der de caras com um desses pássaros na dúvida, fique bem longe
deles, afinal ficar paralisado mesmo que por instantes não compensa, não é mesmo?
MUITA LUZ!
Fotos retiradas de:
sexta-feira, 24 de julho de 2015
TEMPO
Vivemos
cada vez mais num mundo sem tolerância, apressado e rápido, onde a sociedade
sofre de um gosto absurdo pelo supérfluo, envolto num tempo fugaz e também ele
ao mesmo tempo bipolar. Somos arrastados pelas multidões que nos envolvem em explicações
inexplicáveis, sem nexo, nem humanidade. Vivemos num tempo de insegurança,
competitividade, julgamentos, muita concorrência e uma imensa globalização.
Talvez por tudo isto se torne imperioso procurar nesta loucura tempos de Paz,
Harmonia, Meditação e explicações mais simplistas e singelas do mundo que nos
rodeia. Este é o tempo certo para se deixar apaixonar e fascinar por novas
atitudes, ideais, por nós mesmos. É tempo de darmos ao nosso organismo uma
pausa, dedicar-lhe um momento, partilhar-lhe um segredo. É tempo de fugir do
tempo, de relaxar, de abrandar nem que seja por meros instantes e mudar qui ça,
o rumo das nossas vidas. É tempo de nos resgatarmos a nós mesmos, confiantes de
que o vamos conseguir não num futuro próximo, mas agora neste preciso instante.
E depois disso feito sinta a ternura de se amar a si e aos outros
incondicionalmente, sinta que as diferenças, as divergências diárias, não
passam disso mesmo. Sinta que o ser que habita em nós ao encontrar os seres que
habitam nos outros, se educam mutuamente e infinitamente, num aprendizado
constante e permanente que gira e evolui como a própria vida.
AnaMaria
MUITA LUZ!
AnaMaria
Namasté
terça-feira, 14 de julho de 2015
DIGA NÃO AO DESPERDÍCIO DE COMIDA
Existe uma receita que permitiria
alimentar muitas pessoas no mundo, evitar o desperdício de alimentos. Sabia que
um terço de todos os alimentos produzidos é desperdiçado? Incrível mas é
verdade. Em França uma mobilização de gente decidida a mudar o rumo das coisas,
conseguiu fazer aprovar uma lei que obriga os supermercados a doarem os
produtos que não são vendidos a pessoas carenciadas e sem abrigo. Neste momento
decorre uma pesquisa na União Europeia, para tentar descobrir a realidade da
Europa, no sentido de conseguir também aqui reduzir para metade o desperdício
de alimentos. O tempo é crucial para fazermos ouvir a nossa voz.
A
título de curiosidade, sabia que Portugal só na distribuição para os
hipermercados e cadeias de supermercados perde cerca de 298 mil toneladas de
alimentos e que o consumidor desperdiça 324 mil toneladas de alimentos por ano?
E no Brasil, sabia que 20% dos
alimentos são desperdiçados na colheita, porque simplesmente os alimentos não
têm a cor desejada e o calibre pretendido e que 20% também se perde devido aos
maus hábitos alimentares e ao seu processamento por parte dos consumidores?
Sabia que o desperdício de
alimentos, com o seu acumulamento nas lixeiras e aterros sanitários é a 3ª causa de emissão de carbono para a
atmosfera no mundo?
A ONU
tem como meta reduzir o desperdício de alimentos até 2030. Na trajectória da
história da humanidade, a igualdade de direitos e o acesso a formas de vida dignas
e sustentáveis, sempre foi uma prioridade para várias organizações mundiais, é
importante e urgente pois que se encontrem formas de minimizar o desperdício de
alimentos em todo o mundo, que se despertem consciências de modo a podermos
alimentar quem neste momento sofre de fome, seja porque motivos for, não é minimamente
aceitável, nem humano.
A
AVAAZ iniciou uma petição contra o desperdício mundial de alimentos, na
esperança de juntar milhões de assinaturas, para depois enviar essa petição para
a União Europeia de modo a obrigar os vários Países a adoptarem medidas
preventivas, tais como obrigarem as grandes superfícies a doarem os alimentos
que não são vendidos para as pessoas mais pobres e carenciadas, entre outras.
Pedindo ao mesmo tempo que sejam lançados planos de acção nacionais para
alcançar a meta estabelecida pelas Nações Unidas para reduzir os desperdícios
alimentares até 2030. Cerca de 957 mil pessoas já assinaram, assine você também
e ajude a reduzir o desperdício de comida no mundo.
Obrigada pela sua ajuda, o seu
contributo é muito importante.
MUITA LUZ!
Imagens
retiradas de pesquisa na net, desconheço os seus autores
sexta-feira, 3 de julho de 2015
sexta-feira, 22 de maio de 2015
DIA INTERNACIONAL DA DIVERSIDADE BIOLÓGICA - 22 DE MAIO
Comemora-se
hoje o Dia Internacional da Diversidade Biológica, este ano o tema incide sobre
a Biodiversidade para o crescimento sustentável, uma vez que este é vital para
o desenvolvimento e futuro da própria humanidade. Este tema reflecte a importância
dos esforços efectuados aos vários níveis, no sentido de conseguir estabelecer
toda uma série de Objectivos de Desenvolvimento Sustentável, como parte da
Agenda de Desenvolvimento das Nações Unidas para o período de 2015-2030, bem
como a extrema importância da Biodiversidade para alcançar o desenvolvimento
sustentável da humanidade.
De acordo com as Nações Unidas, o futuro da
humanidade está intimamente ligado à diversidade biológica, sendo a
biodiversidade um recurso vital para a economia, tanto a nível global como a
nível local. A produção de alimentos depende da biodiversidade em que as
comunidades estão inseridas, bem como dos recursos que os ecossistemas
fornecem, sendo que uma biodiversidade saudável, possuí a capacidade de
fornecer bens e criar serviços essenciais à vida na terra, entre muitos como os
nutrientes, a água ou o ar limpo. Quando estas condições não se verificam, a
existência de vida na terra fica comprometida, não só actualmente mas também
num futuro próximo.
Apesar de todas estas medidas e tomadas de consciência o
facto é que actualmente e cada vez mais se verifica a nível mundial a perda de
Diversidade Biológica, como sejam as espécies, o património genético ou os
ecossistemas, entre outros com tendência para o agravamento desta situação
inclusivamente na europa, onde esta perda se deve principalmente ao impacto da actividade
humana, nomeadamente através da adopção de certas práticas agrícolas, ao
desenvolvimento da urbanização, ao turismo em massa e à poluição do ar e da
água.
Na Europa praticamente quase metade das espécies de pássaros existentes
estão protegidas através de programas de protecção a espécies ameaçadas, apesar
disso os seus habitats encontram-se extremamente vulneráveis e ameaçados devido
em grande parte à agricultura intensiva, ao sobre pastoreio, bem como ao uso de
fertilizantes químicos e pesticidas.
Esta semana foi divulgado o Relatório de
Estado da Natureza na União Europeia que revela que 17% das espécies incluindo
algumas aves de rapina, estão ameaçadas, sendo que outras 15% estão perto de
ameaça ou mesmo em declínio. Entres estas estão algumas espécies como a
Cotovia. Isto porque muitos habitats naturais apresentam graves problemas com o
seu estatuto muito comprometido, nas zonas de pastagem, nas zonas húmidas e dunas.
A nível marinho 80% do lixo que se encontra nos mares, tem origem em terra. A
medida legislativa agora adoptada de taxação sobre os sacos de plásticos leves
em Portugal, espera-se poder contribuir para a prevenção e diminuição da
poluição marítima deste tipo de resíduos que se verifica nos oceanos. São
medidas como esta que aos poucos poderão reverter a situação em que nos
encontramos actualmente.
Convém
lembrar que a Diversidade Biológica está interligada ao próprio conceito de
Desenvolvimento Sustentável, pelo que, para satisfazer as necessidades das
actuais gerações, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de
satisfazerem as suas próprias necessidades, temos de Preservar e Proteger os
recursos naturais existentes, bem como a Biodiversidade.
AnaMaria
MUITA
LUZ!
(Imagens
retiradas de pesquisa na net, desconheço os seus autores.)
segunda-feira, 18 de maio de 2015
ORIGEM DO TAOISMO E LAO TSÉ
Segundo lendas e
tradições chinesas, o vale do Rio Amarelo era habitado desde 3000 a.C. por
agricultores e artesãos que cultivavam milho e criavam aninais, tias como
porcos, cabras e cães. Já dominavam a técnica do bronze, que utilizavam para o
fabrico de armas e utensílios que necessitavam na sua vida quotidiana. Tal como
os Egípcios desenvolveram técnicas que lhes permitia controlar o regime das
águas, como a construção de diques e canais de rega. Os chineses consideravam-se
autóctones, oriundos da “Grande Planície” da bacia inferior do Hoang-Ho.
Descendendo muito provavelmente dos povos da Ásia Central e da Mongólia. Ao
longo do tempo, foram formando pequenos estados independentes, mas rivais entre
si. Ameaçados pelos Mongóis, um povo de forte tradição guerreira, unificaram-se
juntando-se e constituindo um só Império sob a Dinastia de Chou. Nesta altura a
família era a base da sociedade chinesa e desempenhou um papel crucial tanto na
organização política, como na unidade religiosa e ainda na educação moral. O
primeiro soberano Chou foi WU WANG, que fundou várias escolas e hospitais. As
principais actividades foram o cultivo do arroz, o fabrico da seda, a cunhagem
de moedas e a regularização do calendário, entre outras. Durante os vários
regimes monárquicos, os Imperadores eram considerados “Filhos do Céu”,
intermediários entre a divindade e o povo. Mas na realidade a autoridade
política dos seus ministros letrados era bem maior que as suas. Os Mandarins, era
o título dado aos administradores, que organizavam todo o trabalho da
população, fixavam os preços a pagar, estabeleciam os calendários das
actividades e das festas. Escreviam ainda tratados comerciais muito importantes
na época e poesia, tendo mesmo aprimorado a caligrafia sobre tábuas de bambu e
de rolos de seda. Com a deterioração da Dinastia Chou, começou então a surgir
todo um sistema de estados feudais com alguma ligação entre si, mas que se
empenhavam fortemente em sucessivas guerras, piorando deste modo drasticamente a
situação da população em si. O que originou a que o povo estivesse cada vez
menos disposto a submeter-se a jogos de poder e a sofrer silenciosamente, é
neste contexto que surgem as “Cem Escolas”, sendo que a maior parte delas não
prevaleceu no tempo, mas os Mestres de duas delas destacaram-se e 2 000 anos
depois ainda têm uma forte influência na sociedade chinesa e não só. São eles
Confúcio e Lao Tsé. Confúcio, foi um Mandarim que terá vivido entre 551 e 479 a.C
sendo o iniciador de uma Doutrina segundo a qual se conseguia a sabedoria
seguindo a experiência e os ensinamentos dos seus antepassados e dos grandes
monarcas. Possivelmente contemporâneo de Confúcio, Lao Tsé foi sem dúvida um
dos mais elevados seres dentre os que habitaram na terra.
A história de vida
pouco conhecida de Lao Tsé, vou deixar para outro dia, visto que hoje já me
entusiasmei um pouquinho.
Deixo-vos aqui um dos pensamentos do grande Mestre:
“Os viajantes sábios
não deixam rasto.
As palavras sábias
não deixam mancha.
Contas certas não
necessitam de instrumentos.
As portas bem feitas não
se deixam trancar,
Mas também não se
deixam abrir.
Um nó bem dado não
precisa de corda,
Mas também não se
consegue desatar.
Assim,
O sábio salva sempre
as pessoas,
Não rejeitando
ninguém,
Nenhum ser é
abandonado.
Esta é a prática de voltar à luz.
Assim,
Aquele que é bom
É o guia daquele que
o não é;
E aquele que não é
bom
É o campo de trabalho
do homem bom.
Ficarão perdidos
Aqueles que não veêm
valor no Mestre
E também os que não
cumprem os seus deveres.
A isto podemos chamar
o mistério maior.”
Lao Tsé
MUITA LUZ!
Fontes: Imagem retirada de pesquisa
na net, desconheço o seu autor.
Texto sobre o taoísmo, extraído de
livro “Taoísmo”da autoria de QuidNovi.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
A LEI DO CARMA
Toda a acção gera uma força energética que
retorna para nós da mesma forma. O que semeamos é o que colhemos.
É bem conhecido o ditado “você colhe
aquilo que semeia”. Portanto, não há nada de misterioso na lei do carma.
Obviamente, se desejamos felicidade, precisamos aprender a semear felicidade.
Carma implica, então, escolha e acção
conscientes.
Quer você goste ou não, tudo o que está
acontecendo neste momento é o resultado de escolhas feitas no passado.
Infelizmente, muitos fazem escolhas inconscientes e por isso, acham que não são
escolhas. Mas são.
Se eu o insulto, é provável que você
escolha se sentir ofendido. Se eu lhe dirijo um cumprimento, é provável que
você escolha se sentir grato e envaidecido. Pense bem: é sempre uma escolha.
Toda a pessoa constitui – mesmo sendo um
escolhedor infinito – um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados,
constantemente por circunstâncias e por pessoas, resultando em comportamentos
previsíveis. Essas reacções também são escolhas que fazemos a todo momento.
Simplesmente estamos a escolher inconscientemente.
Se você parar um pouco e começar a
observar as suas escolhas no momento em que elas ocorrem, mudará esse aspecto
de inconsciência. O simples acto de observá-las transfere todo processo do
terreno do inconsciente para o do consciente. Escolher e observar
conscientemente é muito enriquecedor.
Quando fizer uma escolha, faça uma pergunta
a si mesmo: “Quais serão as consequências da escolha que estou a fazer?”
“Essa escolha trará felicidade para mim e para os outros ao meu redor?”
“Essa escolha trará felicidade para mim e para os outros ao meu redor?”
A resposta à primeira questão você sentirá
no seu coração e saberá imediatamente quais serão as consequências. Quanto a
segunda questão, se a resposta for sim, então persista nessa escolha.
Há um mecanismo muito interessante no universo para ajudar a fazer escolhas correctas. Esse mecanismo relaciona-se com as sensações físicas. O nosso corpo conhece dois tipos de sensações: uma é a do conforto e a outra é a do desconforto. Imediatamente, antes de fazer uma escolha consciente, observe o seu corpo enquanto faz a pergunta “se eu escolher isto, o que acontecerá?” Se o seu corpo enviar uma mensagem de conforto, então é a escolha certa.
Há um mecanismo muito interessante no universo para ajudar a fazer escolhas correctas. Esse mecanismo relaciona-se com as sensações físicas. O nosso corpo conhece dois tipos de sensações: uma é a do conforto e a outra é a do desconforto. Imediatamente, antes de fazer uma escolha consciente, observe o seu corpo enquanto faz a pergunta “se eu escolher isto, o que acontecerá?” Se o seu corpo enviar uma mensagem de conforto, então é a escolha certa.
Para alguns, a mensagem de conforto e
desconforto dá-se na região do plexo solar (estomago). Para a maioria, no
entanto, manifesta-se na área do coração. Espere pela sua resposta, uma
resposta física, na forma de sensação, mesmo que seja muito leve.
Somente o coração conhece a resposta
certa. Muita gente acha que o coração é piegas e sentimental. Não é. O coração
é intuitivo. É holístico. É contextual. É relacional. Não se orienta por perdas
e ganhos. Ele está conectado ao computador cósmico que leva tudo em conta.
Às vezes, pode até parecer irracional, mas
o coração tem uma capacidade mais apurada e muito mais precisa de processar
dados do que qualquer outra coisa que exista nos limites do pensamento
racional.
"Deepak Chopra"
MUITA LUZ!
(Imagem retirada de pesquisa na net,
desconheço o autor)
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
JOANNA DE ÂNGELIS - CONTACTO COM OS GUIAS ESPIRITUAIS
Afliges-te, porque ainda não lograste o contacto
psíquico com os teus guias espirituais.
Reflexionas que buscaste a fé religiosa, abraçando a mediunidade, e, não obstante, tens a impressão que navegas sem rumo, padecendo conflitos e experimentando desânimo.
Momentos surgem nos quais receias pela legitimidade do intercâmbio espiritual de que te fazes objecto.
Anseias por informações precisas sobre o teu papel nas tarefas da mediunidade.
Reflexionas que buscaste a fé religiosa, abraçando a mediunidade, e, não obstante, tens a impressão que navegas sem rumo, padecendo conflitos e experimentando desânimo.
Momentos surgem nos quais receias pela legitimidade do intercâmbio espiritual de que te fazes objecto.
Anseias por informações precisas sobre o teu papel nas tarefas da mediunidade.
Relacionas pessoas que te parecem menos equipadas, e, apesar disso, apresentam-se superprotegidas pelos Espíritos Nobres, assessoradas por Benfeitores Venerandos e Entidades outras, que na Terra deixaram nomes respeitáveis, famosos...
Planejas desistir, acreditando que as tuas são faculdades
atormentadas, sem credencial ou recurso capaz de registrar a protecção dos
guias espirituais.
Tem, porém, cuidado e medita sem queixa.
A mediunidade é instrumento de serviço em nome do amor de Deus, para apressar o progresso dos homens e facultar o intercâmbio com os Espíritos, deles recebendo a ajuda.
Candidatas-te ao labor socorrista, como recurso saudável para te recuperares moralmente do passado delituoso, mediante cuja contribuição terias, também, as dores lenidas ou alteradas no seu organograma para a evolução.
Honrado pelo trabalho de iluminação de consciência, estás colocado como veículo de bênçãos.Buscam-te os sofredores, porque são trazidos a ti pelos teus guias espirituais, que confiam na tua ductilidade, no teu sentimento de amor.
A mediunidade é instrumento de serviço em nome do amor de Deus, para apressar o progresso dos homens e facultar o intercâmbio com os Espíritos, deles recebendo a ajuda.
Candidatas-te ao labor socorrista, como recurso saudável para te recuperares moralmente do passado delituoso, mediante cuja contribuição terias, também, as dores lenidas ou alteradas no seu organograma para a evolução.
Honrado pelo trabalho de iluminação de consciência, estás colocado como veículo de bênçãos.Buscam-te os sofredores, porque são trazidos a ti pelos teus guias espirituais, que confiam na tua ductilidade, no teu sentimento de amor.
Porque não ouves os teus Benfeitores, não te creias abandonado,
sem apoio.
Tem paciência.
Faze silêncio íntimo e entrega-te mais.
Quando desdobrado parcialmente pelo sono, eles te confortam e instruem, fortalecem-te e programam as actividades para as quais renasceste.
Se não o recordas conscientemente, ficam impressos nos teus registros psíquicos, esses salutares conúbios edificantes.
Se aprofundares reflexão, perceberás quantas vezes eles já te falaram, socorreram e apoiaram nos momentos rudes das provações e dos testemunhos.
Eles são discretos e agem sem alarde, não brindando recursos que induzam à vaidade, ao exibicionismo.
Amparam em silêncio, instruem em calma, conduzem com afabilidade.
Quando vejas, na mediunidade, o campeonato das disputas humanas e o calafrio que provoca a presença de seres nobres do passado, aureolando com pompa terrestre a memória, que pretendem manter rutilante, acautela-te e desconfia.
Importante não é o nome que firma ou enuncia uma mensagem, mas, sim, o seu conteúdo de qualidade e penetração benéfica.
Desse modo, trabalha no anonimato e, consciente das responsabilidades que te dizem respeito, deixa que os teus guias espirituais zelosamente te guardem e conduzam, não te expondo no palco da insensatez, onde brilha por um dia e se apaga de imediato a vaidade humana.
Tem paciência.
Faze silêncio íntimo e entrega-te mais.
Quando desdobrado parcialmente pelo sono, eles te confortam e instruem, fortalecem-te e programam as actividades para as quais renasceste.
Se não o recordas conscientemente, ficam impressos nos teus registros psíquicos, esses salutares conúbios edificantes.
Se aprofundares reflexão, perceberás quantas vezes eles já te falaram, socorreram e apoiaram nos momentos rudes das provações e dos testemunhos.
Eles são discretos e agem sem alarde, não brindando recursos que induzam à vaidade, ao exibicionismo.
Amparam em silêncio, instruem em calma, conduzem com afabilidade.
Quando vejas, na mediunidade, o campeonato das disputas humanas e o calafrio que provoca a presença de seres nobres do passado, aureolando com pompa terrestre a memória, que pretendem manter rutilante, acautela-te e desconfia.
Importante não é o nome que firma ou enuncia uma mensagem, mas, sim, o seu conteúdo de qualidade e penetração benéfica.
Desse modo, trabalha no anonimato e, consciente das responsabilidades que te dizem respeito, deixa que os teus guias espirituais zelosamente te guardem e conduzam, não te expondo no palco da insensatez, onde brilha por um dia e se apaga de imediato a vaidade humana.
Da obra: Momentos de Felicidade. Franco,
Divaldo Pereira.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1990. 2a edição.
MUITA LUZ!
Imagem retirada de pesquisa na net, desconheço o
autor.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
segunda-feira, 12 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
BANDEIRAS DE ORAÇÕES TIBETANAS
As Bandeiras de Orações são um costume Tibetano introduzido por um
discípulo de Buda quando este ensinou aos seus discípulos a imprimir as orações
e mantras em pedaços tecido, através de blocos de madeira gravados. Mas a
história das bandeiras de orações remonta muito antes, quando se conta que Buda
recitou uma prece e essa prece foi decalcada em tecido e erguida aos ventos nas
bandeiras de batalha entre dois povos em guerra. Diz-se que a Paz foi de
imediato restabelecida.
“Dar Cho” (bandeiras de orações) em Tibetano significa “Dar”
aumentar a vida; a fortuna; o conhecimento; a saúde e a prosperidade. “Cho”
significa todos os seres vivos.
A prática de hastear bandeiras de orações não é um ritual, nem
muito menos uma espécie de superstição, uma vez que a prática de imprimir
textos sagrados antigos e ensinamentos é feita com uma intenção pura, então só
por si é uma fonte de energia positiva que irá produzir efeitos benéficos e
positivos quando o vento entrar em contacto com as bandeiras, também porque o
vento ao entrar em contacto com os símbolos sagrados, espalha por todo o lado
os nossos votos com o resto do mundo e assim espalha a sua energia positiva. As
orações budistas, mantras e símbolos sagrados produzem uma vibração espiritual
que é activada pelo vento através da sua energia natural e transportada por
este através do espaço. As bandeiras de orações são assim penduradas para o bem-estar
e felicidade de todos os seres sencientes, criando deste modo um enorme campo
difundido de energia positiva.
Tradicionalmente as Bandeiras de Orações são erguidas ao ar livre
para que as nossas preces sejam levadas e recitadas pelos ventos através de
longas distâncias. Estas bandeiras podem ser encontradas e vistas ao visitar
sítios sagrados, stupas, mosteiros e mesmo junto a habitações por todo o
Tibete.
As Bandeiras de Orações têm 5 cores:
Azul – que representa o Espaço, o Céu
Branco – que representa o Ar, as Nuvens
Vermelho – que representa o Fogo
Verde – que representa Água, a Natureza
Amarelo – que representa a Terra.
Os símbolos impressos são muito variados e vastos, mas o mais
usado é sem dúvida o “Cavalo de Vento – LUNG TA que representa a boa sorte e a
energia da vida.
É costume dizerem que “quando os cavalos de vento, tremulam ao
vento, então todas as nossas preces e mantras são levados aos céus com a
intenção de beneficiar todos os seres sencientes”.
As bandeiras de Orações são um apelo silencioso ao ser maravilhoso
que habita dentro de cada um de nós, uma presença sonora desencadeada pelo
vento que se torna uma constante presença nas orações feitas diariamente.
No Tibete são consideradas sagradas pelo facto de terem
impressos símbolos e textos sagrados devendo por isso ser tratadas com
respeito. Nunca devem de ser colocadas no chão, nem deitadas no lixo. Para se
desfazerem de bandeiras de orações gastas, os Tibetanos tradicionalmente
queimam-nas para que o fumo possa ainda levar as suas bênçãos aos céus.
Ergo as minhas Bandeiras de Orações neste novo ano de 2015, para
que as minhas preces sejam levadas pelo vento, espalhando assim as minhas
intenções de Paz em benefício de todos os seres e de toda a humanidade.
AnaMaria
Muita Luz!
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
PARÁBOLA DE BUDA E UM MALFEITOR
Conta-se que Buda, antes de se elevar aos cimos celestiais,
visitou os círculos inferiores da espiritualidade a fim de irradiar a Sua luz e
energia para os corações dos impenitentes daquelas regiões sem luz.
Quis a Providência Divina que o
Mestre se defrontasse com um conhecido malfeitor das redondezas onde Ele
vivera, cuja fama de mau espalhara o terror nos corações simples dos habitantes
locais.
No fundo de um poço escuro e
lamacento, revolvendo-se em agonia na companhia de seus asseclas, o facínora
viu a Luz do Buda aproximar-se e bradou angustiado:
- Senhor, por misericórdia,
tira-me daqui!
O Buda fixou por um instante o
infeliz metamorfoseado em sua loucura e, tomado de compaixão, falou-lhe:
- Conheço-te a fama,
irmão. Ignoraste todas as lições do Bem que espalhei nos caminhos que trilhei e
criastes para ti mesmo, com teus tresloucados actos, este abismo de sofrimento
que agora te consome. Fez uma pequena pausa e continuou:
- Mas, hás de ter feito
algum bem em tua vida, pois não é possível que alguém seja totalmente mau.
Anda... procura em tua mente, a fim de que eu te possa ajudar.
Enquanto o Buda esperava
pacientemente na borda do poço, o malfeitor pressionava-se duramente para
descobrir algum acto de bondade que houvesse praticado. Mas, tudo em sua mente
parecia ser só maldade. O Buda fez então um gesto de se retirar quando, de
repente o malfeitor recordou que certo dia, a caminho de um assalto, evitara
pisar numa pequena aranha que se colocara em sua passagem.
- Mestre! Falou pressuroso.
Certo dia evitei pisar em uma aranha que atravessou o meu caminho...
- Muito bem! Disse o Buda. O Amor
deve ser pago com amor. Que a aranha retribua o benefício!
Imediatamente surgiu na beira
do poço uma pequena aranha, que celeremente teceu um ténue fio de seda até o
fundo do poço. Rapidamente, o malfeitor agarrou o fio com toda firmeza e
começou a subir por ele, admirando-se de sua resistência.
Quando já se achava a meio,
notou que um cacho humano, formado pelos seus antigos asseclas, também tinham
começado a escalar pelo fio. Temeroso de que este se partisse, bradou fora de
si:
- Larguem... larguem o fio.
Ele é meu!
Imediatamente o fio, que
até então havia suportado todo o peso, como se ele não existisse, partiu-se,
precipitando-os a todos novamente no abismo, onde consta que permaneceram
largos anos culpando-se uns aos outros, em meio a grandes tormentos.
Havia, porém, uma lição a
ser aprendida. E antes de se retirar o Buda comentou:
- Infelizmente, vocês ainda não
estão preparados para usufruir dos benefícios do amor. Por isso, o fio
partiu-se. Aprendam a lição: os liames do egoísmo são frágeis, mas o fio da
caridade, mesmo sendo ténue, jamais se rompe.
MUITA LUZ!
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