segunda-feira, 18 de maio de 2015

ORIGEM DO TAOISMO E LAO TSÉ


Segundo lendas e tradições chinesas, o vale do Rio Amarelo era habitado desde 3000 a.C. por agricultores e artesãos que cultivavam milho e criavam aninais, tias como porcos, cabras e cães. Já dominavam a técnica do bronze, que utilizavam para o fabrico de armas e utensílios que necessitavam na sua vida quotidiana. Tal como os Egípcios desenvolveram técnicas que lhes permitia controlar o regime das águas, como a construção de diques e canais de rega. Os chineses consideravam-se autóctones, oriundos da “Grande Planície” da bacia inferior do Hoang-Ho. Descendendo muito provavelmente dos povos da Ásia Central e da Mongólia. Ao longo do tempo, foram formando pequenos estados independentes, mas rivais entre si. Ameaçados pelos Mongóis, um povo de forte tradição guerreira, unificaram-se juntando-se e constituindo um só Império sob a Dinastia de Chou. Nesta altura a família era a base da sociedade chinesa e desempenhou um papel crucial tanto na organização política, como na unidade religiosa e ainda na educação moral. O primeiro soberano Chou foi WU WANG, que fundou várias escolas e hospitais. As principais actividades foram o cultivo do arroz, o fabrico da seda, a cunhagem de moedas e a regularização do calendário, entre outras. Durante os vários regimes monárquicos, os Imperadores eram considerados “Filhos do Céu”, intermediários entre a divindade e o povo. Mas na realidade a autoridade política dos seus ministros letrados era bem maior que as suas. Os Mandarins, era o título dado aos administradores, que organizavam todo o trabalho da população, fixavam os preços a pagar, estabeleciam os calendários das actividades e das festas. Escreviam ainda tratados comerciais muito importantes na época e poesia, tendo mesmo aprimorado a caligrafia sobre tábuas de bambu e de rolos de seda. Com a deterioração da Dinastia Chou, começou então a surgir todo um sistema de estados feudais com alguma ligação entre si, mas que se empenhavam fortemente em sucessivas guerras, piorando deste modo drasticamente a situação da população em si. O que originou a que o povo estivesse cada vez menos disposto a submeter-se a jogos de poder e a sofrer silenciosamente, é neste contexto que surgem as “Cem Escolas”, sendo que a maior parte delas não prevaleceu no tempo, mas os Mestres de duas delas destacaram-se e 2 000 anos depois ainda têm uma forte influência na sociedade chinesa e não só. São eles Confúcio e Lao Tsé. Confúcio, foi um Mandarim que terá vivido entre 551 e 479 a.C sendo o iniciador de uma Doutrina segundo a qual se conseguia a sabedoria seguindo a experiência e os ensinamentos dos seus antepassados e dos grandes monarcas. Possivelmente contemporâneo de Confúcio, Lao Tsé foi sem dúvida um dos mais elevados seres dentre os que habitaram na terra. 
A história de vida pouco conhecida de Lao Tsé, vou deixar para outro dia, visto que hoje já me entusiasmei um pouquinho. 

Deixo-vos aqui um dos pensamentos do grande Mestre:

“Os viajantes sábios não deixam rasto.
As palavras sábias não deixam mancha.
Contas certas não necessitam de instrumentos.
As portas bem feitas não se deixam trancar,
Mas também não se deixam abrir.
Um nó bem dado não precisa de corda,
Mas também não se consegue desatar.

Assim,
O sábio salva sempre as pessoas,
Não rejeitando ninguém,
Nenhum ser é abandonado.
Esta é a prática de voltar à luz.

Assim,
Aquele que é bom
É o guia daquele que o não é;
E aquele que não é bom
É o campo de trabalho do homem bom.

Ficarão perdidos
Aqueles que não veêm valor no Mestre
E também os que não cumprem os seus deveres.

A isto podemos chamar o mistério maior.”
Lao Tsé


MUITA LUZ!

Fontes: Imagem retirada de pesquisa na net, desconheço o seu autor.
Texto sobre o taoísmo, extraído de livro “Taoísmo”da autoria de QuidNovi.

terça-feira, 17 de março de 2015


“Sublime é o Sofrimento,
Quando se Suporta a Dor,
Não por insensibilidade,
Mas por Grandeza de Alma!”
         Aristóteles


MUITA LUZ!

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

A LEI DO CARMA


Toda a acção gera uma força energética que retorna para nós da mesma forma. O que semeamos é o que colhemos.
É bem conhecido o ditado “você colhe aquilo que semeia”. Portanto, não há nada de misterioso na lei do carma. Obviamente, se desejamos felicidade, precisamos aprender a semear felicidade.
Carma implica, então, escolha e acção conscientes.
Quer você goste ou não, tudo o que está acontecendo neste momento é o resultado de escolhas feitas no passado. Infelizmente, muitos fazem escolhas inconscientes e por isso, acham que não são escolhas. Mas são.
Se eu o insulto, é provável que você escolha se sentir ofendido. Se eu lhe dirijo um cumprimento, é provável que você escolha se sentir grato e envaidecido. Pense bem: é sempre uma escolha.
Toda a pessoa constitui – mesmo sendo um escolhedor infinito – um feixe de reflexos condicionados. Eles são disparados, constantemente por circunstâncias e por pessoas, resultando em comportamentos previsíveis. Essas reacções também são escolhas que fazemos a todo momento. Simplesmente estamos a escolher inconscientemente.
Se você parar um pouco e começar a observar as suas escolhas no momento em que elas ocorrem, mudará esse aspecto de inconsciência. O simples acto de observá-las transfere todo processo do terreno do inconsciente para o do consciente. Escolher e observar conscientemente é muito enriquecedor.
Quando fizer uma escolha, faça uma pergunta a si mesmo: “Quais serão as consequências da escolha que estou a fazer?”
“Essa escolha trará felicidade para mim e para os outros ao meu redor?”
A resposta à primeira questão você sentirá no seu coração e saberá imediatamente quais serão as consequências. Quanto a segunda questão, se a resposta for sim, então persista nessa escolha.
Há um mecanismo muito interessante no universo para ajudar a fazer escolhas correctas. Esse mecanismo relaciona-se com as sensações físicas. O nosso corpo conhece dois tipos de sensações: uma é a do conforto e a outra é a do desconforto. Imediatamente, antes de fazer uma escolha consciente, observe o seu corpo enquanto faz a pergunta “se eu escolher isto, o que acontecerá?” Se o seu corpo enviar uma mensagem de conforto, então é a escolha certa.
Para alguns, a mensagem de conforto e desconforto dá-se na região do plexo solar (estomago). Para a maioria, no entanto, manifesta-se na área do coração. Espere pela sua resposta, uma resposta física, na forma de sensação, mesmo que seja muito leve.
Somente o coração conhece a resposta certa. Muita gente acha que o coração é piegas e sentimental. Não é. O coração é intuitivo. É holístico. É contextual. É relacional. Não se orienta por perdas e ganhos. Ele está conectado ao computador cósmico que leva tudo em conta.
Às vezes, pode até parecer irracional, mas o coração tem uma capacidade mais apurada e muito mais precisa de processar dados do que qualquer outra coisa que exista nos limites do pensamento racional.

"Deepak Chopra"

MUITA LUZ!


(Imagem retirada de pesquisa na net, desconheço o autor)

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

JOANNA DE ÂNGELIS - CONTACTO COM OS GUIAS ESPIRITUAIS


Afliges-te, porque ainda não lograste o contacto psíquico com os teus guias espirituais.
Reflexionas que buscaste a fé religiosa, abraçando a mediunidade, e, não obstante, tens a impressão que navegas sem rumo, padecendo conflitos e experimentando desânimo.
Momentos surgem nos quais receias pela legitimidade do intercâmbio espiritual de que te fazes objecto.
Anseias por informações precisas sobre o teu papel nas tarefas da mediunidade.

Relacionas pessoas que te parecem menos equipadas, e, apesar disso, apresentam-se superprotegidas pelos Espíritos Nobres, assessoradas por Benfeitores Venerandos e Entidades outras, que na Terra deixaram nomes respeitáveis, famosos...

Planejas desistir, acreditando que as tuas são faculdades atormentadas, sem credencial ou recurso capaz de registrar a protecção dos guias espirituais.

Tem, porém, cuidado e medita sem queixa.
A mediunidade é instrumento de serviço em nome do amor de Deus, para apressar o progresso dos homens e facultar o intercâmbio com os Espíritos, deles recebendo a ajuda.
Candidatas-te ao labor socorrista, como recurso saudável para te recuperares moralmente do passado delituoso, mediante cuja contribuição terias, também, as dores lenidas ou alteradas no seu organograma para a evolução.
Honrado pelo trabalho de iluminação de consciência, estás colocado como veículo de bênçãos.
Buscam-te os sofredores, porque são trazidos a ti pelos teus guias espirituais, que confiam na tua ductilidade, no teu sentimento de amor.

Porque não ouves os teus Benfeitores, não te creias abandonado, sem apoio.
Tem paciência.
Faze silêncio íntimo e entrega-te mais.
Quando desdobrado parcialmente pelo sono, eles te confortam e instruem, fortalecem-te e programam as actividades para as quais renasceste.
Se não o recordas conscientemente, ficam impressos nos teus registros psíquicos, esses salutares conúbios edificantes.
Se aprofundares reflexão, perceberás quantas vezes eles já te falaram, socorreram e apoiaram nos momentos rudes das provações e dos testemunhos.
Eles são discretos e agem sem alarde, não brindando recursos que induzam à vaidade, ao exibicionismo.
Amparam em silêncio, instruem em calma, conduzem com afabilidade.
Quando vejas, na mediunidade, o campeonato das disputas humanas e o calafrio que provoca a presença de seres nobres do passado, aureolando com pompa terrestre a memória, que pretendem manter rutilante, acautela-te e desconfia.
Importante não é o nome que firma ou enuncia uma mensagem, mas, sim, o seu conteúdo de qualidade e penetração benéfica.

Desse modo, trabalha no anonimato e, consciente das responsabilidades que te dizem respeito, deixa que os teus guias espirituais zelosamente te guardem e conduzam, não te expondo no palco da insensatez, onde brilha por um dia e se apaga de imediato a vaidade humana.

Da obra: Momentos de Felicidade. Franco, Divaldo Pereira.
Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis.
Salvador, BA: LEAL, 1990. 2a edição.


MUITA LUZ!
Imagem retirada de pesquisa na net, desconheço o autor.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

SHAKESPEARE


“Nenhum momento em nossa existência deveria de ser passado sem algum tipo de prazer.”

Shakespeare

MUITA LUZ!

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

PRECE TIBETANA


“Que possa você ter Paz, para que o seu coração permaneça aberto.
Que você possa despertar para a luz da sua própria e verdadeira natureza.
Que você seja curado, para que possa ser uma fonte de cura para todos os seres”.

Prece Budista Tibetana.


MUITA LUZ!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

BANDEIRAS DE ORAÇÕES TIBETANAS


As Bandeiras de Orações são um costume Tibetano introduzido por um discípulo de Buda quando este ensinou aos seus discípulos a imprimir as orações e mantras em pedaços tecido, através de blocos de madeira gravados. Mas a história das bandeiras de orações remonta muito antes, quando se conta que Buda recitou uma prece e essa prece foi decalcada em tecido e erguida aos ventos nas bandeiras de batalha entre dois povos em guerra. Diz-se que a Paz foi de imediato restabelecida.

“Dar Cho” (bandeiras de orações) em Tibetano significa “Dar” aumentar a vida; a fortuna; o conhecimento; a saúde e a prosperidade. “Cho” significa todos os seres vivos.

A prática de hastear bandeiras de orações não é um ritual, nem muito menos uma espécie de superstição, uma vez que a prática de imprimir textos sagrados antigos e ensinamentos é feita com uma intenção pura, então só por si é uma fonte de energia positiva que irá produzir efeitos benéficos e positivos quando o vento entrar em contacto com as bandeiras, também porque o vento ao entrar em contacto com os símbolos sagrados, espalha por todo o lado os nossos votos com o resto do mundo e assim espalha a sua energia positiva. As orações budistas, mantras e símbolos sagrados produzem uma vibração espiritual que é activada pelo vento através da sua energia natural e transportada por este através do espaço. As bandeiras de orações são assim penduradas para o bem-estar e felicidade de todos os seres sencientes, criando deste modo um enorme campo difundido de energia positiva.

Tradicionalmente as Bandeiras de Orações são erguidas ao ar livre para que as nossas preces sejam levadas e recitadas pelos ventos através de longas distâncias. Estas bandeiras podem ser encontradas e vistas ao visitar sítios sagrados, stupas, mosteiros e mesmo junto a habitações por todo o Tibete.

As Bandeiras de Orações têm 5 cores:
Azul – que representa o Espaço, o Céu
Branco – que representa o Ar, as Nuvens
Vermelho – que representa o Fogo
Verde – que representa Água, a Natureza
Amarelo – que representa a Terra.

Os símbolos impressos são muito variados e vastos, mas o mais usado é sem dúvida o “Cavalo de Vento – LUNG TA que representa a boa sorte e a energia da vida.

É costume dizerem que “quando os cavalos de vento, tremulam ao vento, então todas as nossas preces e mantras são levados aos céus com a intenção de beneficiar todos os seres sencientes”.

As bandeiras de Orações são um apelo silencioso ao ser maravilhoso que habita dentro de cada um de nós, uma presença sonora desencadeada pelo vento que se torna uma constante presença nas orações feitas diariamente. 
No Tibete são consideradas sagradas pelo facto de terem impressos símbolos e textos sagrados devendo por isso ser tratadas com respeito. Nunca devem de ser colocadas no chão, nem deitadas no lixo. Para se desfazerem de bandeiras de orações gastas, os Tibetanos tradicionalmente queimam-nas para que o fumo possa ainda levar as suas bênçãos aos céus.  

Ergo as minhas Bandeiras de Orações neste novo ano de 2015, para que as minhas preces sejam levadas pelo vento, espalhando assim as minhas intenções de Paz em benefício de todos os seres e de toda a humanidade.
AnaMaria


Muita Luz!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

PARÁBOLA DE BUDA E UM MALFEITOR


Conta-se que Buda, antes de se elevar aos cimos celestiais, visitou os círculos inferiores da espiritualidade a fim de irradiar a Sua luz e energia para os corações dos impenitentes daquelas regiões sem luz.   
          Quis a Providência Divina que o Mestre se defrontasse com um conhecido malfeitor das redondezas onde Ele vivera, cuja fama de mau espalhara o terror nos corações simples dos habitantes locais.  
          No fundo de um poço escuro e lamacento, revolvendo-se em agonia na companhia de seus asseclas, o facínora viu a Luz do Buda aproximar-se e bradou angustiado:
          - Senhor, por misericórdia, tira-me daqui!
          O Buda fixou por um instante o infeliz metamorfoseado em sua loucura e, tomado de compaixão, falou-lhe:
           - Conheço-te a fama, irmão. Ignoraste todas as lições do Bem que espalhei nos caminhos que trilhei e criastes para ti mesmo, com teus tresloucados actos, este abismo de sofrimento que agora te consome. Fez uma pequena pausa e continuou:
           - Mas, hás de ter feito algum bem em tua vida, pois não é possível que alguém seja totalmente mau. Anda... procura em tua mente, a fim de que eu te possa ajudar.
           Enquanto o Buda esperava pacientemente na borda do poço, o malfeitor pressionava-se duramente para descobrir algum acto de bondade que houvesse praticado. Mas, tudo em sua mente parecia ser só maldade. O Buda fez então um gesto de se retirar quando, de repente o malfeitor recordou que certo dia, a caminho de um assalto, evitara pisar numa pequena aranha que se colocara em sua passagem.   
          - Mestre! Falou pressuroso. Certo dia evitei pisar em uma aranha que atravessou o meu caminho...
          - Muito bem! Disse o Buda. O Amor deve ser pago com amor. Que a aranha retribua o benefício!
          Imediatamente surgiu na beira do poço uma pequena aranha, que celeremente teceu um ténue fio de seda até o fundo do poço. Rapidamente, o malfeitor agarrou o fio com toda firmeza e começou a subir por ele, admirando-se de sua resistência.
          Quando já se achava a meio, notou que um cacho humano, formado pelos seus antigos asseclas, também tinham começado a escalar pelo fio. Temeroso de que este se partisse, bradou fora de si:
           - Larguem... larguem o fio. Ele é meu!  
           Imediatamente o fio, que até então havia suportado todo o peso, como se ele não existisse, partiu-se, precipitando-os a todos novamente no abismo, onde consta que permaneceram largos anos culpando-se uns aos outros, em meio a grandes tormentos.
           Havia, porém, uma lição a ser aprendida. E antes de se retirar o Buda comentou:

          - Infelizmente, vocês ainda não estão preparados para usufruir dos benefícios do amor. Por isso, o fio partiu-se. Aprendam a lição: os liames do egoísmo são frágeis, mas o fio da caridade, mesmo sendo ténue, jamais se rompe.

MUITA LUZ!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

HOMENAGEM AOS MEUS QUERIDOS AMIGOS QUE PARTIRAM

Hoje quero deixar aqui homenagem a estes três amiguinhos meus que partiram para a Ponte do Arco-Íris. A minha menina tartaruguinha SHANTI, o meu Canário GOMPA PIRIRI e o meu Rouxinol do Japão, o MYAGUI. 



Para quem não sabe o que é a Ponte do Arco-Íris, que eu publiquei quando o meu menino o KEMPO NORBU partiu, eu volto aqui a publicar. 


A PONTE DO ARCO-ÍRIS (Publicado em 14/10/11)

Neste lado do céu existe um lugar chamado
a Ponte do Arco-Íris.
Quando um animal que era especialmente muito ligado a alguém aqui na terra morre, esse grande amigo vai para a Ponte do Arco-Íris.
Lá existem muitos campos e colinas verdejantes onde os nossos especiais amigos podem correr e brincar todos juntos.
Existe lá muita comida, água e raios de sol, por isso os nossos amigos estão quentinhos e confortáveis.
Todos os animais que estavam doentes ou velhinhos, estão com a sua saúde restaurada.
Aqueles que passaram por muito sofrimento e dor, estão de novo fortes e vivaços, tal como nos lembramos deles em bons momentos passados juntos.
Os animais estão contentes e felizes excepto por uma pequenina coisa, eles sentem a falta de alguém muito especial para eles, que tiveram de deixar para trás.
Os nossos amigos brincam muito e correm e saltam todos juntos e contentes, mas chegará o dia em que de repente eles fixam o olhar à distância.
Os seus olhos vão brilhar e os seus corpinhos vão tremer.
De repente eles vão começar a correr e a afastar-se do grupo, voando bem sobre a relva verdejante, as suas perninhas transportam-nos cada vez mais rápido e mais rápido.
Nós vamos ficar iluminados de Felicidade, quando finalmente nós e os nossos amiguinhos nos encontrarmos de novo, vamos correr e saltar em plena comunhão,
Para que nunca mais nos separem de novo.
Um beijinho de Arco-Íris iremos sentir na nossa face, as nossas mãos irão acariciar os nossos amigos e eles vão olhar para nós mais uma vez com aqueles olhinhos doces e cheios de confiança e amor.
Eles que estiveram tanto tempo fora das nossas vidas, mas nunca fora dos nossos corações!
Então nessa altura nós e os nossos amigos
Iremos atravessar juntos a Ponte do Arco-Íris.

Até um dia Kempo Norbu, Shanti, Gompa Piriri e Myagui, onde com certeza nos voltaremos a encontrar na Ponte do Arco-Íris e nessa altura vou voltar a apertá-los muito bem junto do meu coração, onde ainda se encontram e iremos ficarmos juntos para sempre!
AnaMaria

MUITA LUZ!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

SABEDORIA ORIENTAL


“Quando um pássaro está vivo ele come as formigas, mas quando o pássaro morre, são as formigas que o comem.
O Tempo e as circunstâncias podem mudar a qualquer minuto.
Por isso, não desvalorize, nem magoe ninguém à sua volta.
Você pode ter poder hoje, mas lembre-se:
O tempo é muito mais poderoso do que qualquer um de nós!
Uma árvore faz um milhão de fósforos, mas basta um fósforo para queimar um milhões de árvores.
Portando, seja bom. Faça o bem.”
(Sabedoria Oriental)


E como diz um antigo provérbio chinês:
“Podemos escolher o que semear,
Mas somos obrigados a colher sempre aquilo que plantamos.” 

Namasté

MUITA LUZ!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

FÁBULA DO RELÓGIO


Conta a lenda que, numa antiga relojoaria famosa e muito frequentada, existiam muitos relógios belos e recém-construídos. Os relógios tinham diversos tamanhos, cores e formas. Um dos relógios que acabara de sair da fábrica já estava cansado de ficar naquela loja triste; naquele local fechado, sem luz e sem vida. Então, ele disse aos demais:

- Vou trabalhar melhor do que todos vocês, pois assim virá um comprador e me levará daqui o mais rápido possível.


O jovem relógio então começou a tentar realizar seu trabalho com toda a eficiência possível. No entanto, ele estava com muita pressa de mostrar serviço, e no ímpeto de seu desejo por produtividade, acabou adiantando os seus ponteiros e marcando as horas erradas. Outros relógios fizeram a mesma coisa. Com pressa de mostrar serviço para atingir seus objectivos de serem escolhidos e apreciados pelos compradores, adiantaram-se também bastante. Alguns chegaram a avançar 2 ou 3 horas do tempo real. Havia também os jovens relógios que eram mais preguiçosos, e faziam corpo mole. Esses de tanto desânimo e moleza, acabaram por se atrasar. Alguns deles estavam tardios em 2 horas ou mais. Outros relógios mais jovens não queriam sequer trabalhar, e antes mesmo de serem vendidos já estavam com seus ponteiros parados, sem marcar a hora.

Havia, no entanto, alguns relógios que não tinham nem pressa nem preguiça, não estavam desejosos em serem comprados por ninguém e procuravam apenas entrar em harmonia com o seu ritmo natural. Dessa forma, conseguiam sempre marcar as horas correctas. Eles sentiram que bastava apenas serem naturais e pontuais, seguindo os seus próprios ritmos, e em sintonia real com o passar do tempo. Esses relógios foram os favoritos dos visitantes e os primeiros a serem comprados.

Assim também são os seres humanos e tudo o que existe na natureza. Muitas vezes queremos ser “comprados” pelos outros, apreciados, sermos elogiados e exaltados pelos demais. Mas quando seguimos o nosso ritmo natural, em harmonia com o ritmo da vida, sem pressa nem moleza, sem ansiedade e sem estagnação, vivemos uma existência de pura naturalidade e de paz, em harmonia com o ritmo universal.

Você só conseguirá sair do local fechado, triste e obscuro da loja de relógios da vida quando se harmonizar com o seu ritmo interior em sintonia com o ritmo universal. Estar de acordo com a vida e com a realidade é a melhor forma de expressar a verdade do que você é em ressonância com a verdade universal.
        Autor: Hugo Lapa 

Namasté!

MUITA LUZ!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

COMPAIXÃO

“A Compaixão para com os Animais está intimamente ligada com a Bondade de Carácter. E pode-se Afirmar com toda a certeza, que Quem é Cruel para com os Animais, Não pode ser um Bom Homem. “

   Arthur Schopenhauer


Namasté!

MUITA LUZ!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

CARTA PELA COMPAIXÃO UNIVERSAL

Carta pela Compaixão Universal
(Por uma nova civilização)
A professora e pensadora Karen Armstrong lançou em 2009 a Carta pela Compaixão, que teve grande repercussão, colheu muitos apoios e patrocínios institucionais e estatais, foi assinada por celebridades e pelos principais líderes religiosos mundiais e deu lugar a muitas acções pedagógicas:

A ideia e o projecto original da Carta pela Compaixão Universal surgiu de Paulo Borges, professor de Filosofia e activista para a compaixão.
Inspirado na Carta pela Compaixão, Paulo Borges entendeu que esta poderia, e deveria, ser estendida a todos os seres e ao planeta que todos nós compartilhamos, interligados.

Ele partilhou a sua ideia com amigos, recolheu as suas contribuições e assim nasceu a Carta pela Compaixão Universal.

“Com todo o seu imenso mérito, cremos todavia que a Carta pela Compaixão se limita aos seres humanos, não tendo em conta o imperativo que conduziu ao próprio reconhecimento de direitos iguais para todos os seres humanos: expandir a consideração ética a todos aqueles que sejam portadores de uma mesma natureza fundamental, para lá das afinidades e interesses limitados aos grupos familiares, tribais, nacionais, étnicos, culturais, políticos, económicos e religiosos. Como a ciência hoje inequivocamente reconhece , os animais não-humanos, sendo capazes de experimentar a dor e o prazer psicofisiológicos e emoções como a alegria, o sofrimento, o medo e a angústia, têm também uma natureza consciente e senciente, e logo interesses fundamentais na preservação da sua vida, integridade física, bem-estar e habitat natural, devendo portanto ser alvo de consideração e respeito pelos sujeitos racionais e éticos que são os humanos. Por este motivo, propomos aqui uma mais abrangente Carta pela Compaixão Universal, que assume também o valor intrínseco e não meramente instrumental do mundo natural. Assumimos esta Carta pela Compaixão Universal como bússola orientadora das nossas vidas e exortamos a que todos o façam, divulgando-a por todos os meios, em prol de uma urgente mudança da civilização.

“Para que isto aconteça empenhamo-nos em promover uma cultura da expansão da consciência, que alguns chamam espiritualidade, que pode ser laica e não religiosa, baseada em valores transversais a crentes, ateus e agnósticos, como o amor, a compaixão, a solidariedade, a generosidade, a paz e a justiça. Importa que essa cultura, orientando a mente para o bem comum de todos os seres e do planeta, seja o centro de uma nova educação e se reflicta em todos os níveis dos sistemas de ensino. Há que formar novas gerações de cidadãos conscientes e responsáveis que se empenhem numa nova intervenção social, cívica e política, radicalmente não-violenta e movida pela sabedoria, amor e compaixão universais. Deles surgirão novas pessoas que ocuparão os novos centros de decisão política, económico-financeira e administrativa, assumindo responsabilidades institucionais e governativas em prol do bem comum global. Para tal parece-nos essencial transitar da democracia representativa para a participativa, assegurando aos eleitores mecanismos de fiscalização eficaz dos eleitos. Estamos conscientes da urgência de novas formas de liderança e exercício do poder, o mais descentralizadas e partilhadas possível. O poder é um serviço e uma responsabilidade, não um usufruto movido por interesses pessoais e de grupos. Estamos decididos a redignificar a política, emancipando-a dos poderes económico-financeiros, vinculando-a à cultura da expansão da consciência e pondo-a ao serviço de uma ética do bem comum de todos os seres e da Terra.
Apesar da aparência preocupante e caótica do estado actual do mundo, estamos decididos a não nos deixarmos dominar pela tristeza, desalento, desespero, angústia ou agressividade. Somos já milhões em toda a Terra a construir esta nova realidade nas nossas vidas, com alegria e confiança nos imensos resultados benéficos já evidentes. Com o eloquente exemplo destes benefícios, e da nossa acção baseada na paz, na alegria e na confiança, sabemos que cada vez mais consciências despertam e despertarão para esta profunda mudança.”

Esta Carta já correu mundo e já foi assinada e partilhada em escolas e locais públicos. 
Sua Santidade Dalai Lama também já assinou. 
Afinal, o planeta somos todos nós juntos, seres humanos, animais e plantas em interacção constante. O Respeito pela vida de cada um, deve ser igual ao respeito pela vida do próprio planeta, pois só assim podemos existir como um todo, só assim poderemos existir ao mesmo tempo como cada um!
Namasté!
Ana Maria
MUITA LUZ!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

“Isso é o que corresponde ao verdadeiro amor: deixar uma pessoa ser o que Ela realmente é.”

Jim Morrison

MUITA LUZ!


WILD SPIRIT

Muitas Almas Reencarnam nesta Vida Como Espíritos Livres E é Assim que Permanecemos até ao Resto das Nossas Vidas, Teimosamente livres!     ...