sexta-feira, 28 de novembro de 2014

SABEDORIA ORIENTAL


“Quando um pássaro está vivo ele come as formigas, mas quando o pássaro morre, são as formigas que o comem.
O Tempo e as circunstâncias podem mudar a qualquer minuto.
Por isso, não desvalorize, nem magoe ninguém à sua volta.
Você pode ter poder hoje, mas lembre-se:
O tempo é muito mais poderoso do que qualquer um de nós!
Uma árvore faz um milhão de fósforos, mas basta um fósforo para queimar um milhões de árvores.
Portando, seja bom. Faça o bem.”
(Sabedoria Oriental)


E como diz um antigo provérbio chinês:
“Podemos escolher o que semear,
Mas somos obrigados a colher sempre aquilo que plantamos.” 

Namasté

MUITA LUZ!

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

FÁBULA DO RELÓGIO


Conta a lenda que, numa antiga relojoaria famosa e muito frequentada, existiam muitos relógios belos e recém-construídos. Os relógios tinham diversos tamanhos, cores e formas. Um dos relógios que acabara de sair da fábrica já estava cansado de ficar naquela loja triste; naquele local fechado, sem luz e sem vida. Então, ele disse aos demais:

- Vou trabalhar melhor do que todos vocês, pois assim virá um comprador e me levará daqui o mais rápido possível.


O jovem relógio então começou a tentar realizar seu trabalho com toda a eficiência possível. No entanto, ele estava com muita pressa de mostrar serviço, e no ímpeto de seu desejo por produtividade, acabou adiantando os seus ponteiros e marcando as horas erradas. Outros relógios fizeram a mesma coisa. Com pressa de mostrar serviço para atingir seus objectivos de serem escolhidos e apreciados pelos compradores, adiantaram-se também bastante. Alguns chegaram a avançar 2 ou 3 horas do tempo real. Havia também os jovens relógios que eram mais preguiçosos, e faziam corpo mole. Esses de tanto desânimo e moleza, acabaram por se atrasar. Alguns deles estavam tardios em 2 horas ou mais. Outros relógios mais jovens não queriam sequer trabalhar, e antes mesmo de serem vendidos já estavam com seus ponteiros parados, sem marcar a hora.

Havia, no entanto, alguns relógios que não tinham nem pressa nem preguiça, não estavam desejosos em serem comprados por ninguém e procuravam apenas entrar em harmonia com o seu ritmo natural. Dessa forma, conseguiam sempre marcar as horas correctas. Eles sentiram que bastava apenas serem naturais e pontuais, seguindo os seus próprios ritmos, e em sintonia real com o passar do tempo. Esses relógios foram os favoritos dos visitantes e os primeiros a serem comprados.

Assim também são os seres humanos e tudo o que existe na natureza. Muitas vezes queremos ser “comprados” pelos outros, apreciados, sermos elogiados e exaltados pelos demais. Mas quando seguimos o nosso ritmo natural, em harmonia com o ritmo da vida, sem pressa nem moleza, sem ansiedade e sem estagnação, vivemos uma existência de pura naturalidade e de paz, em harmonia com o ritmo universal.

Você só conseguirá sair do local fechado, triste e obscuro da loja de relógios da vida quando se harmonizar com o seu ritmo interior em sintonia com o ritmo universal. Estar de acordo com a vida e com a realidade é a melhor forma de expressar a verdade do que você é em ressonância com a verdade universal.
        Autor: Hugo Lapa 

Namasté!

MUITA LUZ!

terça-feira, 11 de novembro de 2014

COMPAIXÃO

“A Compaixão para com os Animais está intimamente ligada com a Bondade de Carácter. E pode-se Afirmar com toda a certeza, que Quem é Cruel para com os Animais, Não pode ser um Bom Homem. “

   Arthur Schopenhauer


Namasté!

MUITA LUZ!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

CARTA PELA COMPAIXÃO UNIVERSAL

Carta pela Compaixão Universal
(Por uma nova civilização)
A professora e pensadora Karen Armstrong lançou em 2009 a Carta pela Compaixão, que teve grande repercussão, colheu muitos apoios e patrocínios institucionais e estatais, foi assinada por celebridades e pelos principais líderes religiosos mundiais e deu lugar a muitas acções pedagógicas:

A ideia e o projecto original da Carta pela Compaixão Universal surgiu de Paulo Borges, professor de Filosofia e activista para a compaixão.
Inspirado na Carta pela Compaixão, Paulo Borges entendeu que esta poderia, e deveria, ser estendida a todos os seres e ao planeta que todos nós compartilhamos, interligados.

Ele partilhou a sua ideia com amigos, recolheu as suas contribuições e assim nasceu a Carta pela Compaixão Universal.

“Com todo o seu imenso mérito, cremos todavia que a Carta pela Compaixão se limita aos seres humanos, não tendo em conta o imperativo que conduziu ao próprio reconhecimento de direitos iguais para todos os seres humanos: expandir a consideração ética a todos aqueles que sejam portadores de uma mesma natureza fundamental, para lá das afinidades e interesses limitados aos grupos familiares, tribais, nacionais, étnicos, culturais, políticos, económicos e religiosos. Como a ciência hoje inequivocamente reconhece , os animais não-humanos, sendo capazes de experimentar a dor e o prazer psicofisiológicos e emoções como a alegria, o sofrimento, o medo e a angústia, têm também uma natureza consciente e senciente, e logo interesses fundamentais na preservação da sua vida, integridade física, bem-estar e habitat natural, devendo portanto ser alvo de consideração e respeito pelos sujeitos racionais e éticos que são os humanos. Por este motivo, propomos aqui uma mais abrangente Carta pela Compaixão Universal, que assume também o valor intrínseco e não meramente instrumental do mundo natural. Assumimos esta Carta pela Compaixão Universal como bússola orientadora das nossas vidas e exortamos a que todos o façam, divulgando-a por todos os meios, em prol de uma urgente mudança da civilização.

“Para que isto aconteça empenhamo-nos em promover uma cultura da expansão da consciência, que alguns chamam espiritualidade, que pode ser laica e não religiosa, baseada em valores transversais a crentes, ateus e agnósticos, como o amor, a compaixão, a solidariedade, a generosidade, a paz e a justiça. Importa que essa cultura, orientando a mente para o bem comum de todos os seres e do planeta, seja o centro de uma nova educação e se reflicta em todos os níveis dos sistemas de ensino. Há que formar novas gerações de cidadãos conscientes e responsáveis que se empenhem numa nova intervenção social, cívica e política, radicalmente não-violenta e movida pela sabedoria, amor e compaixão universais. Deles surgirão novas pessoas que ocuparão os novos centros de decisão política, económico-financeira e administrativa, assumindo responsabilidades institucionais e governativas em prol do bem comum global. Para tal parece-nos essencial transitar da democracia representativa para a participativa, assegurando aos eleitores mecanismos de fiscalização eficaz dos eleitos. Estamos conscientes da urgência de novas formas de liderança e exercício do poder, o mais descentralizadas e partilhadas possível. O poder é um serviço e uma responsabilidade, não um usufruto movido por interesses pessoais e de grupos. Estamos decididos a redignificar a política, emancipando-a dos poderes económico-financeiros, vinculando-a à cultura da expansão da consciência e pondo-a ao serviço de uma ética do bem comum de todos os seres e da Terra.
Apesar da aparência preocupante e caótica do estado actual do mundo, estamos decididos a não nos deixarmos dominar pela tristeza, desalento, desespero, angústia ou agressividade. Somos já milhões em toda a Terra a construir esta nova realidade nas nossas vidas, com alegria e confiança nos imensos resultados benéficos já evidentes. Com o eloquente exemplo destes benefícios, e da nossa acção baseada na paz, na alegria e na confiança, sabemos que cada vez mais consciências despertam e despertarão para esta profunda mudança.”

Esta Carta já correu mundo e já foi assinada e partilhada em escolas e locais públicos. 
Sua Santidade Dalai Lama também já assinou. 
Afinal, o planeta somos todos nós juntos, seres humanos, animais e plantas em interacção constante. O Respeito pela vida de cada um, deve ser igual ao respeito pela vida do próprio planeta, pois só assim podemos existir como um todo, só assim poderemos existir ao mesmo tempo como cada um!
Namasté!
Ana Maria
MUITA LUZ!

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

“Isso é o que corresponde ao verdadeiro amor: deixar uma pessoa ser o que Ela realmente é.”

Jim Morrison

MUITA LUZ!


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