sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

HOMENAGEM A MAIS UM AMIGO QUE PARTIU PARA A PONTE DO ARCO-ÍRIS. O SULTÃO.



Ontem a minha amiga Lua do blog http://naturezadeluanegra.blogspot.com/
Teve de regressar a casa pois o seu amigo Sultão tinha partido. Foram 13 anos de uma bela amizade muito amor e alegrias. Hoje o seu quintal ficou mais vazio e o seu coração também.
 Mas eu acredito que o Sultão de tanto amor e carinho que você lhe deu amiga Lua, irá reencarnar em uma forma superior e se tornar um ser maravilhoso e extraordinário. Não fique triste pois hoje o seu Sultão está junto com o meu Kempo Norbu na Ponte do Arco-Íris à nossa espera.
Muita Luz!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011


A MONTANHA POR ACHAR

A MONTANHA por achar 
Há de ter, quando a encontrar, 

Um templo aberto na pedra    
Da encosta onde nada medra.

O santuário que tiver,
Quando o encontrar, há de ser
Na montanha procurada
E na gruta ali achada.

A verdade, se ela existe,
Ver-se-á que só consiste
Na procura da verdade,
Porque a vida é só metade.

Fernando Pessoa (Poesias Inéditas)

Muita Luz!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

LAO TSÉ

LAO TSÉ sábio lendário, foi sem dúvida um ser muito elevado e iluminado que passou pela terra, deixou como legado uma obra imortal o TAO TE CHING. Que mesmo passados milênios continua a ser uma leitura sempre actual e aberta, aplicável a qualquer pessoa perante qualquer situação. O livro não sendo muito volumoso foi escrito não seguindo príncipios doutrinários mas sim aforismos, constituindo desse modo um livro de profundíssimos conhecimentos composto por 81 aforismos em forma de versos. O TAO TE CHING é de uma simplicidade tão especial que chega mesmo a ser desconcertante. Esta obra inicialmente estava destinada aos sábios e governantes, mas com o passar dos séculos tornou-se uma leitura acessível a todas as pessoas em geral que demonstrem necessidade de conhecimento e de viver em harmonia.

“O PODER DA SUAVIDADE”
No mundo inteiro não existe nada mais suave e fluído de que a água. No entanto para atacar a dureza, não existe nada melhor do que ela e nada pode mudar isso. A fraqueza vence a força. A suavidade vence a dureza. Todos o sabem, mas poucos são os que são capazes de agir assim.”

“O AMOR E O COMBATE”
Se para combatermos possuirmos amor, então sairemos vencedores. Se usarmos amor na defesa, seremos invencíveis. Aquele a quem o céu quer salvar, ele o protege por amor.”

“AUTONHECIMENTO”
Quem conhece os outros é inteligente. Quem conhece a si mesmo é sábio. Quem vence os outros é forte. Quem vence a si mesmo é poderoso.”


“Só temos consciência do belo;
Quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom;
Quando conhecemos o mal.
O Fácil e o Difícil completam-se.
O Grande e o Pequeno são complementares.
Eis porque o Sábio age;
Pelo não agir.
E ensina sem falar.
Aceita tudo o que lhe acontece.
Produz tudo e não fica com nada.
O Sábio tudo realiza;
E nada considera seu.
Termina a sua obra;
E está sempre no princípio.
E por isso a sua obra prospera!”
                                           LAO TSÉ

Muita Luz!

domingo, 18 de dezembro de 2011

O Tempo Cura Tudo

Era uma vez um passarinho que morava num ninho no alto de uma mangueira. Quando a mamãe passarinha saía cedinho para procurar alimento, falava:
- Ó filhinho, não saia do ninho. Você ainda é um filhotinho, pode cair lá embaixo e se machucar.
Mas o passarinho morria de vontade de dar as suas voadinhas, experimentar as suas asinhas cheias de peninhas. Experimentou uma vez. Experimentou a segunda. Quando experimentou a terceira, caiu e quebrou uma asa. Saiu, andando pelo chão, arrastando a asa, procurando uma ajudinha.
- Ó minha amiga vaquinha, conserte a minha asinha, que eu quebrei dando uma voadinha.
A vaquinha, muito mal-humorada, disse que não entendia de asas. O passarinho continuou o seu caminho, arrastando a sua asinha quebrada. Até que encontrou um cavalo e pediu ajuda de novo, coitadinho.
- Ó meu amigo cavalinho, conserte a minha asinha, que eu quebrei dando uma voadinha.
O cavalo relinchou e disse que não consertava asas. Não era veterinário.
E lá se foi o passarinho andando, pedindo ajuda a todo mundo que encontrava, ouvindo sempre o mesmo. Até que encontrou um rio, muito transparente, e parou para beber água.
- Ó meu amigo riozinho, conserte a minha asinha, que eu quebrei dando uma voadinha! E o rio de águas claras cantarolou:
- Bote aqui a sua asinha bote aqui no leito meu e depois não vá dizer que você se arrependeu.
E com todo cuidado, enfaixou a asinha do amiguinho, sorrindo dizendo:
- Dê um tempo ao tempo, fique quieto uns dias no seu ninho, meu passarinho!
E foi o que o passarinho fez.
Voltou para o seu ninho e deixou o tempo passar, bem quietinho.
O tempo passou.
Ele sarou e aprendeu a voar bem direitinho.
E no seu primeiro vôo sozinho, levou uma flor para o seu amigo riozinho. Ele agradeceu com um sorriso claro.
- O tempo cura tudo. É só dar tempo ao tempo, amigo passarinho.
Muita Luz!
Texto retirado de:  http://www.metaforas.com.br/

domingo, 11 de dezembro de 2011

NATAL - UM POUCO DE HISTÓRIA.


Desde tempos imemoriais que na metade do Inverno se procediam a celebrações em todo o nosso planeta. Muitos séculos antes de Jesus os Povos Europeus celebravam o nascimento do dia mais escuro e longo dos dias de inverno e a luz depositada na esperança da vinda de dias mais longos e cheios da luz do sol, Isto acontecia no Solstício de Inverno. Na Escandinávia e Países Nórdicos o Yule celebrava-se no dia 21 de Dezembro, Solstício de Inverno altura em que para comemorar o retorno do Sol, pais e filhos carregavam enormes toros de madeira que incendiavam, ficando as pessoas a comemorar à sua volta até o fogo se apagar, o que geralmente podia levar até 12 dias. Na Alemanha honrava-se o Deus Pagão Oden durante esta altura do inverno, mas os Alemães tinham bastante medo de sair à rua e permaneciam dentro das suas casas, isto porque este Deus Oden segundo eles fazia voos nocturnos pelos céus nos quais ele definia quem iria prosperar e quem iria perecer. De notar que Oden é a pronúncia Nórdica e Centro-Europeia para Odin, o “Deus-chefe” do Valhalla, a moradia dos Deuses na mitologia Escandináva. Em Roma, onde os invernos eram mais amenos que no resto da Europa, comemoravam a Saturnália, em honra a Saturno, o Deus da Agricultura. Começava na semana antes do Solstício de inverno e continuava por mais um mês. A Saturnália era um tempo de fartura, com muita comida e bebida à disposição de todos e onde todos os costumes se alteravam. Os escravos tornavam-se mestres e as pessoas normais é que comandavam as cidades, as escolas e os negócios eram fechados para que todos se pudessem juntar às festas. Era nesta época em que as orgias romanas estavam mais activas. Também era no Solstício de Inverno que os romanos celebravam a Juvenália, honrando assim as crianças de Roma. Os membros das classes dominantes também celebravam o nascimento de Mithra, Deus do Sol no dia 25 de Dezembro. Acreditavam que Mithra, um deus infantil havia nascido de uma pedra. Para a maior parte dos romanos este era o dia mais sagrado do ano. Nos primeiros anos do cristinanismo, a Páscoa ou a Ressurreição era o feriado principal, pois o Nascimento de Jesus não era ainda celebrado. No séc. IV a igreja decidiu instituir o nascimento de Jesus com um feriado, mas depararam-se com um problema: a bíblia não mencionava a data precisa do Nascimento de Jesus. Apesar de existirem evidências que sugeriam que o Nascimento de Jesus ocorreu na Primavera, o Papa Julius I escolheu a data de 25 de Dezembro para a celebração. Muitos estudiosos acreditam que a igreja adoptou esta data como um esforço de absorver as tradições pagãs do festival da Saturnália que se verificavam em Roma. Primeiramente as celebrações foram chamadas de Natividade e espalharam-se para o Egipto em 432 d.c. chegando a Inglaterra no final do séc. VI. Este nome foi mantido ou adaptado nos países de língua latina. Em Espanha comemora-se a Navidad e em Portugal o Natal. Nos finais do séc VIII já se tinha espalhado por toda a Escandinávia. Hoje em dia as igrejas ortodoxas Grega e Russa, celebram o Natal no dia 6 de Janeiro, também sendo referido como o Dia Dos Três Reis, pois seria o dia em que os três reis Magos teriam encontrado Jesus na manjedoura. Na idade média o cristianismo já tinha substituído a maior parte das celebrações pagãs europeias. Na Inglaterra, a cada ano era nomeado um novo desocupado ou um estudante como o “Lorde da má conduta” e os participantes brincavam com as suas ordens e desmandos. Os pobres iam à casa dos ricos exigir nesta altura a melhor comida e bebida. Se os donos da casa não a forneciam, os visitantes aterrorizavam-nos chegando mesmo a pilhar e a incendiar as suas casas. Era esta a altura temida pela classe dominante porque tinham de pagar os seus débitos reais ou imaginários com os menos afortunados da sociedade. No princípio do séc VII quando Oliver Cromwell e as suas forças puritanas tomaram conta de Inglaterra em 1645, ele decidiu alterar o rumo decadente das celebrações nesta época e cancelou o natal, passando a celebração deste a ser proibida por lei. Só com a volta do rei Charles II ao trono é que se voltou a poder comemorar o natal. Na América os peregrinos que chegavam vindos de Inglaterra em 1620 eram mais puritanos do que Cromwell, como resultado de 1659 a 1681 a celebração do natal era Proibida pela Lei em Boston. Quem demonstrasse espírito natalino era logo multado em 5 shilings. Depois da revolução americana o natal só foi declarado feriado federal em 26 de Junho de 1870. A versão americana de Santa Claus, foi inspirada por uma lenda Holandesa de Sinter Klaas, que foi trazida por emigrantes no séc XVII quando se instalaram na Nova Amsterdan (actual Nova yorque) em colónias maioritariamente Judaicas. São Nicholas faz a sua primeira aparição na América em 1773.  Em 1822 o ministro episcopal Clement Clarke Moore, escreveu um poema de natal para as suas três filhas intitulado “An Account of a Visit from St. Nicholas”, um relato da visita de São Nicolau, ficando também a ser conhecido como “The night before christmas”, A Noite Antes do Natal. Moore foi assim o responsável pela moderna imagem de santa Claus, onde segundo ele Santa Claus voa de casa em casa na véspera de natal, num trenó puxado por oito renas voadoras, cujos nomes ele criou e que entregava presentes para todas as crianças no mundo.  E, 1866 o cartoonista político Thomas Nast, publica um livro ilustrado a 4 cores a partir do conto de Moore e cria a primeira imagem conhecida de Santa Claus. Um gorducho alegre de grande barba branca e com um saco cheio de presentes para as crianças. No entanto nesta altura ainda existiam outras imagens do Pai Natal na América e na Europa: era magro com roupas verdes ou castanhas.

Apenas em meados do séc. XIX os americanos começaram verdadeiramente a comemorar o natal. Os americanos reinventaram o natal, modificando-o para um dia centrado na família, na Paz e na nostalgia, tiveram esta necessidade porque no inicio do séc XIX vivia-se um período de conflito de classes e de grande confusão, isto porque nesta época o desemprego era alto e os conflitos entre gangues tinham o seu ponto alto na época do natal. Daí a necessidade dos americanos criarem um clima de Paz para o natal, onde o ódio e as lutas fossem banidos das ruas americanas. Neste sentido as raízes históricas de Santa Claus, resultam da combinação de diversas lendas e criaturas mitológicas. A base de Santa Claus Cristão é o Bispo Nicholas de Smyma (Izmir), onde hoje é a Turquia. Nicholas de Smyma viveu no séc. IV d.c. quando o cristianismo estabelecia a sua modernidade em Bizâncio (Turquia) e não em Roma. Ele era muito rico e generoso, oferecendo sempre presentes para as crianças, tinha o hábito de lançar presentes para as crianças pobres pelas janelas de suas casas, desaparecendo logo de seguida. A igreja ortodoxa Bizantina elevou o estatuto de St. Nicholas as status de “Milagreiro”, em sua honra foi construída uma catedral na Rússia, hoje a mais antiga do país.



Mas não pensem que foi só o Santa Claus americano do séc XIX que foi inspirado por São Nicholau para aparecer nesta época de natal, senão vejamos outras figuras populares em outras partes do mundo:
Christkind ou Kris Kringle entrega presentes para as crianças na Suíça e na Alemanha. Significa “Christ Child” em inglês ou “Cristo Criança” e é uma figura tipo Anjo que acompanha São Nicholau nas suas missões de natal. Na Escandinávia um Elfo chamado Jultomten entrega presentes num trenó puxado por bodes. Pére Noël é o responsável pela entrega de presentes em França. Na Rússia existe uma senhora idosa chamada Babouschka, que forneceu informações erradas a alguns sábios que pretendiam chegar a Belém e encontrar Jesus, quando ele nasceu. Em consequência desse engano ela sentiu-se culpada e no dia 5 de Janeiro ela visita as crianças russas deixando presentes debaixo das suas camas, na esperança de que alguma dessas crianças seja Jesus e que lhe perdoe o mal entendido. Em Itália existe outra lenda sobre uma mulher chamada La Befana, que voa numa vassoura e lança presentes pelas chaminés das crianças boas.
Em 1925 quando a ciência definiu que as renas não podiam viver no Pólo Norte, os jornais americanos vieram revelar que afinal Santa Claus vivia sim na realidade na Lapônia, uma parte da Finlândia onde abundam as renas. Em 1927 num programa de rádio finlândes foi divulgado que santa Claus vivia na aldeia de Korvatunturi.

Desejo a todos Boas Festas!

Muita Luz!

Fontes:

Imagens:
A 1ª foi retirada de pesquisa na net, desconheço o autor.
As outras duas foram retiradas do blog maravilhoso de Jacque:
 

sábado, 10 de dezembro de 2011

MAYONESE E CAFÉ – UMA LIÇÃO DE VIDA!


Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de mayonese e esvazia-o...tirou a mayonese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de Caricas e mete-as no frasco de mayonese. As Caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime  "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:


'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA
A VIDA'.

As bolas de golf são as coisas Importantes:
como a familia, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona.
São coisas, que mesmo que se perdesemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias.

As caricas são as outras coisas
que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,
as pequenas coisas.

'Se pomos  1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golf. 
O mesmo acontece com a vida'.

Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.

 
Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade.

Brinca ensinando  os teus filhos,
Arranja tempo para ires ao medico,
Namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora,
Pratica o teu desporto ou hobbie favorito.


 Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações  
Ocupa-te das bolas de golf 1º, das coisas que realmente importam.


Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia...


Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café.

  
O professor sorriu e disse:

"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto  a vossa vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "

Autor desconhecido
Muita Luz!

(Imagem do texto retirada da net, desconheço o autor)




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

UMA DAS MENSAGENS MAIS LINDAS E VERDADEIRAS QUE JÁ VI!




Meu amado dono, Minha vida deve durar entre 10 e 15 anos, já estou com alguns anos. Qualquer separação é muito dolorosa para nós. Não fique zangado por muito tempo e não me prenda em nenhum lugar como punição.
Você tem seu trabalho, seus amigos e suas diversões.
EU SÓ TENHO VOCÊ!
Fale comigo de vez em quando. Compreendo muito bem o seu tom de voz e sinto tudo o que você está dizendo. Ficará gravado em mim para sempre, jamais esquecerei.
Antes de me bater por algum motivo, lembre-se que tenho dentes que poderiam feri-lo seriamente, mas que jamais vou usá-los em você. Jamais!
Antes de me censurar por estar preguiçoso ou teimoso, veja antes se há alguma coisa me incomodando. Talvez eu não esteja me alimentando bem. Posso estar resfriado ou, ainda, meu coração pode estar ficando mais fraco…
Cuide de mim quando eu ficar velho e cansado – Por favor NÃO ME ABANDONE!
Tudo é mais fácil para mim com você ao meu lado.
Me ame, pois independente de qualquer razão, eu lhe amarei para sempre!

Compartilhe se assim como eu, você se emocionou com a imagem e com o texto.. e se você ama o melhor amigo do homem....

Já mais abandone nenhum ser vivo...!!!

Muita Luz!



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

No domínio das possibilidades materiais, as lições são diversas.
O que guardas, talvez te deixe.
O que desperdiças, com certeza te acusa.
O que emprestas te experimenta.
Em verdade só te pertence aquilo que dás.

Livro De Respostas. - Emmanuel - Francisco Cândido Xavier.

Muita Luz!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

MERCADO DO LIVRO


No passado dia 8 de Novembro, teve inicio um novo ritual no coração da nossa Lisboa no 
Rua de São Pedro de Alcântara, nº 81, 1250-238 Lisbon, Portugal

onde a troca vem substituir o pagamento e é a partilha que define o modo como nos relacionamos. Dar antes de receber e dar para receber.

Nesta biblioteca aberta a todos, os livros não se compram nem se vendem: n'O Mercado do Livro a divisa é a própria obra e o valor é pessoal e absolutamente relativo... 

Quase todos os livros serão bem vindos - apenas os manuais escolares e livros infantis não estão convidados.
Todas as segundas terças-feiras do mês teremos um evento de troca de um livro por um copo do vinho. Durante o resto do mês para se levar um livro é preciso deixar dois. Assim asseguraremos o crescimento saudável desta biblioteca e uma maior oferta para todos aqueles que queiram participar.

Com o seu nome na contra-capa sabe-se lá quem o levará e a viagem que fará rumo à mão do próximo leitor. Numa perfeita troca de papeis esperamos que em breve seja o livro o viajante, mão em mão até à próxima biblioteca. Mão em mão até à próxima viagem.

Iremos também lançar um novo cocktail de homenagem a esta cidade...Feito exclusivamente com ingredientes Portugueses, como já dita a lei da casa, e inspirado numa receita deixada quase como segredo nas costas de um guardanapo...Assinado pela Menina Lisboa, apresentamos o novíssimo Miss Lisboa!
Venha ler um copo e beber um livro! Ou beber um copo e ler um livro, como queira...

E lembre-se de que deste modo também está a contribuir para melhorar o ambiente, pois este é um excelente meio de reciclar livros e divulgar conhecimentos.

Muita Luz!

Para aceder à página deste evento consulte:
(Imagem deste texto retirada da net, desconheço o autor)

terça-feira, 29 de novembro de 2011

RESERVA NATURAL DE TAMBOPATA

A Reserva Natural de Tambopata é o local  com maior biodiversidade no nosso planeta, fica situada na bacia da floresta amazónica do Peru e possui 275 mil hectares. Uma característica interessante é que é possível caminhar mais de um kilómetro pelo meio das árvores da Reserva sem encontrar duas espécies iguais. Existem na Reserva mais de 700 espécies de aves, 1200 borboletas, 90 mamíferos e 120 répteis. Mas esta Reserva só existe hoje devido à teimosia e coragem de um homem, Victor Zambrano.

Victor hoje com 65 anos, nasceu na cidade de Puerto Maldonado, nos arredores de Tambopata e passou toda a sua infância numa quinta que os seus pais possuiam junto da Reserva. Desde pequeno que aprendeu a respeitar as árvores, as plantas e os animais. Apesar de se ter ausentado na sua adolescência para Lima Capital do Peru para estudar e mais tarde se ter alistado na marinha, o que o levou a ficar muito tempo afastado da selva, quis o destino que em 1987 voltasse a Tambopata. Mas ao regressar Victor Zambrano deparou-se com o facto de a quinta que pertencia à sua família ser agora propriedade de uma cooperativa agrícola de colonos, e segundo as suas palavras. “Encontrei um local sombrio, em vez da floresta da minha infância. Descobri terra queimada e algumas árvores e animais  a lutarem pela sobrevivência.” Foi nessa altura que Victor decidiu lutar para reaver as suas terras que tinham sido tomadas ilegalmente com o objectivo de as devolver à selva. Mudou-se para Puerto Maldonado onde vivia numa cabana de madeira, enquanto travava uma batalha legal que durou quatro anos, onde teve de confrontar os colonos que continuavam a destruir a floresta. Victor recebia ameaças de morte, mas continuava a sua luta e plantava mais árvores. Um certo dia os agricultores tentaram despejá-lo à força, mas Victor enfrentou-os apesar de eles serem muitos colocando uma faca no seu próprio peito e ferindo-se para lhes demonstrar que se o queriam tirar das suas terras, teriam de o matar primeiro. Quando os colonos o viram a sangrar, foram-se embora. Os seus vizinhos passaram a respeitá-lo pois ele era alguém que estava disposto a morrer pela sua selva. Quando finalmente conseguiu recuperar as suas terras tinha pela frente uma enorme tarefa, a reflorestação de toda aquela área. “Com uma pequena ajuda, a natureza consegue curar-se. A terra árida que encontrei onde o gado pastava, é agora selva outra vez” diz Victor orgulhoso. Hoje a Reserva possui mais de 19 mil árvores plantadas por Victor e 120 espécies de plantas, voltaram os veados, os jaguares e as gibóias entre outros comenta, lembrando-se que a primeira árvore que plantou foi um castanheiro que agora mede 20 metros. A sua quinta de 36 hectares foi declarada como área privada protegida. Como recompensa Victor Zambrano ganhou de volta a sua casa, a sua selva e o seu paraíso de infância.


Bungalow ecológico dentro da Reserva Natural de Tambopata.


Reportagem de Sengo Pérez, Metro World News no Peru.

Foto de Victor Zambrano retirada do site:
Foto de Bungalow retirada do site oficial da Reserva em:


domingo, 27 de novembro de 2011

GÊNIOS DA HUMANIDADE

As pessoas nascidas nos dias 19/03, 31/05, 12/08, 05/01 e 24/10 são chamados “Senhores dos Sacrifícios” pois conseguem afastar o génio contrário no seio de uma família ou de um grupo. São seres muito especiais, ao nível cósmico eles produzem a força total da consciência, representando uma aliança com Deus. A energia que utilizam é a da linguagem. São chamados de “Senhores dos Sacrifícios” porque em suas outras vidas forneceram um nível superior de consciência para o grupo ou para a família em que estavam inseridos. Helena Blavastsky afirmava que estes seres eram pilares de luz, o princípio Divino que se encontra instalado na forma humana.
Os Gênios da Humanidade possuem leis e costumes admiráveis, mas têm de aprender a vibrar de um modo mais positivo e terem mais coragem, não se deixando conformar com as opiniões correntes das massas. Possuem muito respeito pelos seres humanos, honrando as suas palavras. São almas imortais que viveram durante muitos séculos seguidos aqui na terra.
Esta Hierarquia chamada “Anjos da Humanidade”, são representações simbólicas do cuidado protector que Deus tem com a Humanidade.  As pessoas nascidas nesta hierarquia, não possuem um Anjo específico, porque já são dotadas de uma essência angelical muito forte, isto como ocorrência de terem praticado noutras vidas actos humanitários, através dos quais deram as suas próprias vidas em benefício de um grupo ou família. No entanto no horário do seu nascimento, havia um Anjo presente para o ajudar nesta nova vida, por conseguinte se você conhece a sua hora de nascimento será fácil saber qual será o seu Anjo. Se não souber pode escolher um de entre os 72 Anjos da Guarda.
Extraído do livro “A Magia dos Anjos Cabalistícos” de Monica Buonfiglio.
Até hoje ainda só conheci duas pessoas que faziam parte desta hierarquia de “Gênios da Humanidade”, a minha querida amiga Minda e o meu amigo Luca Boti, ambos já desencarnados mas que estão sempre comigo com a sua luz branca!
Muita Luz!

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ANJOS


Estudo Angeologia há muitos anos, é um ramo das Ciências Esotéricas que me fascina e que tem sempre algo de novo. Comecei a ler Mônica Buonfigllio quando lançou o seu primeiro livro e tudo fazia sentido, fiquei absorta e fascinada, enviei-lhe um mail e surpresa tive resposta, desde aí trocamos mails e é a minha escritora preferida. Para mim os Anjos fazem parte de um mundo que hoje se encontra muito longe da maior parte dos seres humanos, felizmente não todos, pois ainda existem pessoas que acreditam naquilo que os olhos não veêm, como eu. Santo Agostinho acreditava que os Anjos possuem as suas próprias virtudes e direitos e que agem sempre em nome de Deus. Porque acreditamos em Anjos? Os Anjos existem por mais íncrivel que pareça em todas as religiões, são seres Iluminados que se encontram num Plano Astral acima do nosso, apesar disso nunca nos abandonam ficam sempre por perto à espera de que nós lhe peçamos ajuda, pois não podem interferir nas nossas vidas sem o nosso prévio pedido, conhecem as modificações do sistema nervoso do ser humano através das alterações da cor da nossa Aura.
A palavra Anjo tem a sua origem no grego “Angelus”e significa o Mensageiro ou Emissário de Deus.

Os Anjos são 72 e estão divididos em nove hierarquias angelicais:

Categoria dos Serafim, que simbolizam a caridade e a inteligência.
Principe: Metatron.

Querubim, que refletem a sabedoria divina, aliada ao temperamento jovial.
Principe: Raziel.

Tronos, que simbolizam a grandeza divina, através da música.
Principe: Tsaphkiel.

Dominações, governam o universo e atendem mais rapidamente quando utilizamos os instrumentos mágicos para efectuar as invocações.
Principe: Tsadkiel.

Potências, que protegem as leis do mundo físico e moral, além de preservar a procriação dos animais.
Principe: Camael.

Virtudes, que promovem prodígios e os milagres da cura.
Principe: Raphael.

Principados, responsáveis pelos reinos, estados e países, preservam também a fauna e a flora, os cristais e as riquezas da terra.
Principe: Haniel

Arcanjos, responsáveis pelas transmissões de mensagens importantes e pela defesa dos países, pais ou da família.
Principe: Mikael.

Anjos, que cuidam da segurança do indivíduo no seu corpo físico.
Principe: Gabriel.

Este texto foi extraído do livro “Anjos cabalísticos” de Monica Buonfiglio.

Muita Luz!



quarta-feira, 16 de novembro de 2011

OGHAM



O Alfabeto Ogham teve a sua origem no Deus Mitológico Ogma, que pertencia à tribo dos Tuatha de Damann.
Ogma era um guerreiro exímio e possuía dons artísticos inigualáveis, ficando a ser conhecido como "Aquele que possuí o conhecimento do Carvalho". A palavra Ogham deriva de Oga-ama que significa propriedade e mãe, ou seja " Propriedade da Sacerdotisa". Ogma terá sido deste modo o filho mais querido da Deusa e o escolhido para receber o "conhecimento" através do Alfabeto Ogham, para que o conhecimento da época ficasse registado de tal modo que não fosse do domínio público. Este Alfabeto está intimamente ligado aos Celtas e à Cultura Celta, sendo utilizado quase sempre por Druidas e Bardos.
É considerada a forma mais antiga de escrita da Escócia e da Irlanda. Pode ainda ser encontrada nos nossos dias em pedras altas e estreitas, em formas de adorno em peças feitas de ossos ou bronze e em paredes de cavernas.
Existe muita polémica em torno deste Alfabeto, uns acham a sua forma de escrita "estranha" outros argumentam que não existem evidências históricas suficientes sobre o mesmo, uma coisa posso vos dizer, é que o Povo Celta era um povo de guerreiros, agricultores, metalúrgicos e um Povo muito ligado às artes, à poesia, à música e às artes divinatórias. Mas acima de tudo nutriam um profundo respeito pela Natureza, sob a forma de Mãe celebrando rituais e festas em sua honra e em honra da própria vida.
Gosto especialmente do Espírito Celta de agradecer e honrar as pequenas dádivas com que a natureza nos brinda, gosto de ouvir a voz das árvores e o riso do vento. Da sabedoria deste Povo tão especial que falava com os elementais e respeitava todas as formas de vida.
Num outro post publicarei aqui o significado do Alfabeto Ogham constituído por um grupo de vinte caracteres e que era geralmente utilizado para artes divinatórias na Cultura Celta. Bem como das vinte árvores sagradas que dão o nome às letras do Alfabeto Ogham.

Muita Luz!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011



Balada de Lisboa

Em cada esquina te vais 
Em cada esquina te vejo 
Esta é a cidade que tem 
Teu nome escrito no cais 
A cidade onde desenho 
Teu rosto com sol e Tejo 

Caravelas te levaram 
Caravelas te perderam 
Esta é a cidade onde chegas 
Nas manhãs de tua ausência 
Tão perto de mim tão longe 
Tão fora de seres presente 

Esta e a cidade onde estás 
Como quem não volta mais 
Tão dentro de mim tão que 
Nunca ninguém por ninguém 
Em cada dia regressas 
Em cada dia te vais 

Em cada rua me foges 
Em cada rua te vejo 
Tão doente da viagem 
Teu rosto de sol e Tejo 
Esta é a cidade onde moras 
Como quem está de passagem 

Às vezes pergunto se 
Às vezes pergunto quem 
Esta é a cidade onde estás 
Com quem nunca mais vem 
Tão longe de mim tão perto 
Ninguém assim por ninguém

Manuel Alegre, in "Babilónia"

Muita Luz!

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